Activities organised by ILC in 2017

NOTA: Para ter acesso à informação relativa às publicações de 2017, consultar as secções dedicadas às revistas (Cadernos de Literatura Comparada, eLyra e ESC:ALA), colecções (Estudos de Literatura Comparada, Cygnus, Pulsar, Cassiopeia e Libretos) e outros volumes (co-)editados pelo ILC.

 

Colóquios Nacionais e Internacionais

Intersexualidades. Cruzando Corpos, Cruzando Fronteiras

Tipo: Colóquio Internacional
Datas: 23-25 de março de 2017
Local: Faculdade de Letras, Universidade de Porto
Organização: Instituto de Literatura Comparada Margarida Losa

O Congresso Internacional Intersexualidades: Cruzando Corpos, Cruzando Fronteiras, realizou-se na Faculdade de Letras da Universidade do Porto e na Fundação de Serralves, em parceria com a Câmara Municipal do Porto. Este evento teve por objectivo promover uma reflexão crítica sobre corpos, políticas sexuais e relações de poder, num espaço transnacional alargado, a partir das perspectivas fornecidas pelas teorias contemporâneas sobre género, sexo e sexualidades.

Serão abordados os modos como a literatura, as artes e as ciências, à margem das várias instâncias de normatividade, permitem questionar, desconstruir e re-imaginar identidades – de género, sexuais, étnicas e raciais, nacionais e transnacionais, etc. – e éticas próprias, desafiando dessa forma a hierarquização e as catalogações desenvolvidas no mundo ocidental.

Este congresso está especialmente interessado em acolher abordagens interdisciplinares que, partindo dos Estudos Feministas, dos Estudos de Género e da Teoria Queer, em articulação com áreas de saber, como a Medicina, a Psicologia, a História, a Filosofia, a Sociologia, a Antropologia, o Direito, a Física Teórica, ou outras áreas científicas, abram um espaço que privilegie a discussão em torno das políticas de inclusão e da ideia de comunidades (sociais, literárias e científicas) no século XXI.

página web: http://intersexualidades.ilcml.com/pt/

Organização
Ana Luísa Amaral
Adilia Carvalho
Fernando Beleza
Marinela Freitas
Lurdes Gonçalves

 

Espaços Literários e Territórios Críticos

Tipo: Colóquio Internacional
Data: 29, 30 de junho e 1 de julho de 2017
Local: Faculdade de Letras da Universidade do Porto
Organização: Instituto de Literatura Comparada Margarida Losa

A reorientação teórica dos estudos literários no sentido da sua renovada aproximação ao “real”, identificada mais tarde por alguns como o “spatial turn” (Soja, 1989) começa a desenhar-se no panorama teórico-literário a partir de meados do século XX, no momento em que teóricos de referência no campo estruturalista concedem largo espaço da sua reflexão ao relacionamento entre “a literatura e a realidade”, com o objetivo de denunciar, insistentemente, qualquer “ilusão referencial” (Barthes et al., 1982) e de remeter o espaço literário à sua especularidade intratextual (Dällenbach, 1977).

É incontestável porém que a relação do homem com o mundo constituiu, desde sempre, uma das temáticas preponderantes da história da literatura, estimulada, a partir dos séculos XIV e XV, pelas viagens que marcam a viragem da modernidade (Westphal, 2011), pela própria prática e escrita de escritores “viajantes” ao longo dos séculos XVIII e XIX, e consequente ascensão da “literatura de viagens” à categoria de género literário.

Assistimos hoje a mudanças de paradigma, em que se desenham novas territorialidades literárias, em que se interrogam as fronteiras entre o real e a ficção (Lavocat, 2016) e se erguem novas formas de abordagem do espaço literário.

página web: http://geopoeticas.ilcml.com/pt/

Organização
Ana Paula Coutinho
Gonçalo Vilas-Boas
José Domingues de Almeida
Maria Hermínia Laurel
Maria de Fátima Outeirinho

 

Humanidades Digitais. O potencial infinito das Humanidades na era do digital

Tipo: Jornada e Estudos
Data: 27 de novembro de 2017
Local: Faculdade de Letras da Universidade do Porto
Organização: Instituto de Literatura Comparada Margarida Losa

Mas se é verdade que diversas conjunturas e enquadramentos plurais de investigação têm progressivamente mobilizado e fomentado aberturas nos mais variados domínios científicos e nas abordagens de diferentes problemáticas, essas convergências (Ceserani, 2010), ou tão-só contaminações discursivas, têm por vezes provocado imposturas intelectuais no mínimo caricatas (Bricmont e Sokal, 1997) que, de modo algum, contribuem para a credibilidade das Humanidades, nomeadamente dos Estudos Literários.

Por isso mesmo nos parece fundamental continuar a refletir sobre os processos e consequências da interacção epistemológica, agora cada vez mais à luz da revolução digital, enquanto promotora da formação de um campo particular, o das Humanidades Digitais, onde criação, valorização, difusão, conservação, troca, partilha e cruzamento de saberes se tornam palavras-chave.

Não será por acaso que, em 2010, o THATCamp (“The Humanities and Technology Camp, is an open, inexpensive meeting where humanists and technologists of all skill levels learn and build together in sessions proposed on the spot”), redigia um manifesto (Manifeste des digital humanities) no qual se apelava à integração da cultura digital na definição de cultura geral do século XXI, e se propunha uma definição de Humanidades Digitais assente em três vetores:

  1. Le tournant numérique pris par la société modifie et interroge les conditions de production et de diffusion des savoirs.
  2. Pour nous, lesdigital humanitiesconcernent l’ensemble des Sciences humaines et sociales, des Arts et des Lettres. Les digital humanities ne font pas table rase du passé. Elles s’appuient, au contraire, sur l’ensemble des paradigmes, savoir-faire et connaissances propres à ces disciplines, tout en mobilisant les outils et les perspectives singulières du champ du numérique.
  3. Les digital humanities désignent une transdiscipline, porteuse des méthodes, des dispositifs et des perspectives heuristiques liés au numérique dans le domaine des Sciences humaines et sociales.

Não obstante o desenvolvimento exponencial da investigação em torno da Web, persistem ainda uma grande falta de conhecimento, o sentimento de suspeição, ou mesmo, uma desvalorização do digital que justificam uma atenção particular a esse fenómeno omnipresente no nosso quotidiano.

É nesse sentido que vários colóquios, publicações e projetos têm procurado dar conta de pontos de contacto e de interseção entre as Humanidades e outros domínios do saber aparentemente distantes (medicina, neurociências, direito, arquitetura, física, etc.), sinal de que as Humanidades, quando inscritas na dinâmica do digital e da sinergia transdisciplinar, integram legitimamente a construção epistemológica complexa e pluridisciplinar do futuro.

  1. Humanidades digitais: definição e desafios;
  2. Humanidades digitais: estudos de caso e domínios de aplicação (nomeadamente nas áreas da literatura e estudos literários);
  3. Humanidades Digitais e fronteiras do conhecimento (interseções entre as Humanidades e outras disciplinas científicas);
  4. Abordagens relativas ao alcance e impacto das Humanidades sobre o conhecimento e as práticas científicas;
  5. Humanidades Digitais e viragem ética: desafios de inclusão.

Organização
Ana Paula Coutinho
José Domingues de Almeida
Maria de Fátima Outeirinho

 

 

Seminários Abertos

Que procura José Matias? Que procura o último Eça?

 

Conferencista: Isabel Pires de Lima (Univ. Porto – ILC)
Data: 11 de Janeiro de 2017
Local: Faculdade de Letras da Universidade do Porto
Organização: Instituto de Literatura Comparada Margarida Losa

 

 

 

Internacionalização do conhecimento e lusofonia. O caso dos repositórios científicos de acesso aberto

 

Conferencista: Moisés Lemos Martins (Univ. Minho)
Data: 16 de Fevereiro de 2017
Local: Faculdade de Letras da Universidade do Porto
Organização: Instituto de Literatura Comparada Margarida Losa

Samba de Guerrilha

 

Conferencista: Luca Argel (ILC)
Data: 20 de Fevereiro de 2017
Local: Faculdade de Letras da Universidade do Porto
Organização: Instituto de Literatura Comparada Margarida Losa

 

 

 

 

Gendering Translation: the strange case of Isabelle Eberhardt

Conferencista: Loredana Polezzi (Cardiff University)
Data: 10 de Março de 2016
Local: Faculdade de Letras da Universidade do Porto
Organização: Instituto de Literatura Comparada Margarida Losa

 

Seminários do Fim do Mundo IV.1

Seminário Fim do Mundo IV_1

O que é o fim do mundo? Um juízo universal da humanidade, conforme dizem os textos vetero- e neotestamentários? Uma catástrofe ecológica, global e iminente, provocada pelo homem? A alegoria de um mundo que perdeu as suas (meta)narrativas, vogando sem verdade e sem destino, após Auschwitz e Sarajevo? O pretexto para a sedução do espectáculo, entre filmes- catástrofe e um delicioso imaginário da destruição? Ou o confronto de cada qual com a sua morte própria? Por que nos fascina e aterroriza este tema milenar, nunca resolvido – e o que temos a ganhar com a exploração do nosso próprio terror? Para estudar o imaginário do fim do mundo, o Instituto de Literatura Comparada Margarida Losa organiza uma nova série de seminários abertos, nos equinócios e solstícios de 2016.

Conferencistas: Belmiro Fernandes Pereira, Daniel Floquet e Susana Correia
Data: 17 de Março de 2016
Local: Faculdade de Letras da Universidade do Porto
Organização: Instituto de Literatura Comparada Margarida Losa

 

Total Training. Poesia e Arte Multimédia na Galiza a partir de Antón Reixa

cartaz_Burghard

Desde a sua participação no grupo vanguardista viguês Rompente (1975-1983), Antón Reixa (*1957) tem sido um dos mais versáteis representantes da poesia, vídeo-arte e performance na Galiza. Mas também foi letrista e vocalista do já histórico grupo rock “Os Resentidos“ (1982-94), criador e moderador do mítico programa “Galicia Sitio Distinto“ (TVG, 1990-91), produtor da primeira telenovela galega (“Mareas vivas”, 1998) e, também, realizador da adaptação cinematográfica (1999) do romance O lápis do carpinteiro de Manuel Rivas. Ultimamente, tanto a grande exposição “Leccións de cousas” (2011) no Centro Galego de Arte Contemporânea como o livro de poesia homónimo, culminaram, até agora, uma das obras multimédia mais importantes no panorama cultural da Galiza pós-franquista.
O seminário pretende introduzir a uma série de aspectos paradigmáticos da poesia e da obra multimedial de Reixa. Oferecer-se-á uma breve contextualização em relação à história de uma cultura minorizada, à formação da sua identidade e à literatura do século XX na Galiza. Analisar-se-á uma selecção de textos e vídeos, principalmente do vídeo-livro Ringo Rango (1990), entre outros exemplos.

Conferencista: Burghard Baltrusch (Univ. Vigo /ILC)
Data: 31 de Março de 2016
Local: Faculdade de Letras da Universidade do Porto
Organização: Instituto de Literatura Comparada Margarida Losa

 

A Irmã de Newton e as Mulheres na Ciência. Contextos e Percursos

cartaz_Conceição Ruivo

Na sua obra A Room of One’s Own, Virgina Woolf desafia-nos a seguir o percurso de Judith Shakespeare, uma imaginária irmã gémea de Shakespeare, tão talentosa como o irmão. Ao contrário de William, Judith nunca viria a escrever obras imortais e cedo sucumbiria na luta para o conseguir. Tal como à irmã de Shakespeare, também a muitas “irmãs de Newton” terão sido negadas três condições fundamentais para ficar na história da ciência: educação, condições para criar conhecimento e reconhecimento dos pares.
O objectivo desta palestra é, através da análise do percurso de algumas mulheres de ciência, reflectir sobre os condicionamentos impostos pelos contextos sociais e culturais no trabalho científico das mulheres. Evitando cair nos extremos de as tratar como vítimas ou heroínas, debruçar-nos-emos sobre a existência (ou ausência) das condições atrás referidas no trajecto destas mulheres.

Conferencista: Conceição Ruivo (Univ. Coimbra / ILC)
Data: 6 de Abril de 2016
Local: Faculdade de Letras da Universidade do Porto
Organização: Instituto de Literatura Comparada Margarida Losa

 

Alteridade, bailado e autodestruição: potências da arte?

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Conferencista: Rafael Santana (UFRJ)
Data: 5 de Maio de 2016
Local: Faculdade de Letras da Universidade do Porto
Organização: Instituto de Literatura Comparada Margarida Losa

 

Ridi Pagliaccio! Ou Algumas Revisitações Operíticas na Ficção de Raúl Brandão

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Conferencista: Jorge Valentim (UFSCar)
Data: 10 de Maio de 2016
Local: Faculdade de Letras da Universidade do Porto
Organização: Instituto de Literatura Comparada Margarida Losa

Este seminário tem como proposta a leitura do romance História dum palhaço (1896), procurando observar as relações intertextuais com composições musicais da época, sobretudo, a ópera de Ruggero Leoncavallo, Pagliacci (1892). Objetivamos mostrar como o escritor do Douro revisita o universo do verismo italiano, apontando na efabulação ficcional caminhos outros de superação de certos procedimentos e técnicas de criação narrativa, então vigentes no cenário português oitocentista. A partir de determinadas aproximações possíveis, já sublinhadas por Mário Vieira de Carvalho (1993, 1999), entre ópera e ficção no contexto do século XIX, pretendemos também evocar a presença de Raul Brandão, como um dos artistas portugueses neste bem sucedido estabelecimento de vínculos e diálogos com o discurso musical.

 

The Frontiers of Knowledge: Shouldn’t the Other Speak Her Own Language?

cartaz Dorothy Figueira

Conferencista: Dorothy Figueira (Univ. Georgia)
Data: 24 de Maio de 2016
Local: Faculdade de Letras da Universidade do Porto
Organização: Instituto de Literatura Comparada Margarida Losa

Using the structuring metaphor of an imaginary meeting between Walt Whitman and Jose Marti, I examine the relationship between American formulations of World Literature and Comparative Literature and investigate how each discipline ‘welcomes’ the Other. I distinguish between what a European comparatist might envision about the relationship between the two disciplines, as working together in a symbiotic relationship to engage in passive and active canon reform. The European comparatist might take a neutral attitude to the recent American marketing of World Literature. I do not see this phenomenon in neutral terms and examine the American configuration of World Literature as a political program, discussing its origins in Area Studies, its relationship to the American academic model of multiculturalism and ultimately viewing it as a institutional strategy aiding in the management of diversity on US campuses.

 

O Destino da Personagem: Vida e Sobrevida em Contexto Narrativo

Cartaz_Carls Reis

Conferencista: Carlos Reis (Univ. Coimbra)
Data: 2 de Junho de 2016
Local: Faculdade de Letras da Universidade do Porto
Organização: Instituto de Literatura Comparada Margarida Losa

 

Sexologia, Psicanálise e as Políticas Sexuais do Modernismo Português

cartaz_ Fernando Beleza

Conferencista: Fernando Beleza (Univ. New Hampshire)
Data: 15 de Junho de 2016
Local: Faculdade de Letras da Universidade do Porto
Organização: Instituto de Literatura Comparada Margarida Losa

Estudos recentes têm mostrado de forma consistente a importância das relações entre literatura e ciência nas primeiras décadas do século XX europeu. Rejeitando a noção de que ciência e literatura são dois discursos necessariamente antagónicos e incompatíveis (forjada em grande medida na segunda metade do século XX), a crítica tem vindo a expor o modo como ambos os discursos se moldaram mutuamente durante as décadas modernistas. Em particular, a sexologia e a psicanálise—enquanto discursos diferenciados e em competição nos campos científico e cultural sobre sexualidade, subjectividade e identidade—ocuparam um lugar central neste processo de trocas constante entre ciência e literatura. Esta comunicação pretende trazer aspectos relevantes deste debate para o contexto do modernismo português, expondo a forma como a sexologia e a psicanálise tiveram um papel crucial na definição das políticas sexual, estética e cultural do modernismo (masculino) português. Mais concretamente, argumentarei que a célebre recusa por parte de Fernando Pessoa de certos elementos da psicanálise de Freud, nomeadamente da teleologia edipiana, reflecte, de modo paradigmático, uma defesa do modelo sexológico de Havelock Ellis e Edward Carpenter, que, por seu lado, terá servido como o principal discurso sobre sexualidade no modernismo português, definindo os contornos estéticos das suas políticas sexuais, desde A confissão de Lúcio, de Mário de Sá-Carneiro (1913), até à “Carta da génese dos heterónimos” de Pessoa (1935). Finalmente, para além das marcas no plano estético, a hegemonia do modelo sexológico de identidade no modernismo português permite ainda estabelecer relações significativas com outros modernismos europeus que, tal como ele, também partilharam posições homófilas no contexto das suas políticas sexuais, estéticas e culturais.

 

Seminários do Fim do Mundo IV.2

Seminário Fim do Mudo_junho 2016

Conferencistas: João Miguel Teixeira Lopes, Rui Torres e Isabel Aguiar
Data: 23 de Junho de 2016
Local: Faculdade de Letras da Universidade do Porto
Organização: Instituto de Literatura Comparada Margarida Losa

O que é o fim do mundo? Um juízo universal da humanidade, conforme dizem os textos vetero- e neotestamentários? Uma catástrofe ecológica, global e iminente, provocada pelo homem? A alegoria de um mundo que perdeu as suas (meta)narrativas, vogando sem verdade e sem destino, após Auschwitz e Sarajevo? O pretexto para a sedução do espectáculo, entre filmes- catástrofe e um delicioso imaginário da destruição? Ou o confronto de cada qual com a sua morte própria? Por que nos fascina e aterroriza este tema milenar, nunca resolvido – e o que temos a ganhar com a exploração do nosso próprio terror? Para estudar o imaginário do fim do mundo, o Instituto de Literatura Comparada Margarida Losa organiza uma nova série de seminários abertos, nos equinócios e solstícios de 2016.

 

Seminários do Fim do Mundo IV.3

Seminário para o fim do Mundo_ setembro_ site

Conferencistas: David Pinho Barros, José Bértolo e Luís Mendonça
Data: 22 de Setembro de 2016
Local: Faculdade de Letras da Universidade do Porto
Organização: Instituto de Literatura Comparada Margarida Losa

O que é o fim do mundo? Um juízo universal da humanidade, conforme dizem os textos vetero- e neotestamentários? Uma catástrofe ecológica, global e iminente, provocada pelo homem? A alegoria de um mundo que perdeu as suas (meta)narrativas, vogando sem verdade e sem destino, após Auschwitz e Sarajevo? O pretexto para a sedução do espectáculo, entre filmes- catástrofe e um delicioso imaginário da destruição? Ou o confronto de cada qual com a sua morte própria? Por que nos fascina e aterroriza este tema milenar, nunca resolvido – e o que temos a ganhar com a exploração do nosso próprio terror? Para estudar o imaginário do fim do mundo, o Instituto de Literatura Comparada Margarida Losa organiza uma nova série de seminários abertos, nos equinócios e solstícios de 2016.

 

Literaturas Menores/Pequeñas [Minor/Small Literatures]

Conferencista: César Dominguez (USC)
Data: 18 de Outubro de 2016
Local: Faculdade de Letras da Universidade do Porto
Organização: Instituto de Literatura Comparada Margarida Losa