Integrados

Ana Paula Coutinho Mendes

Professora associada do Departamento de Estudos Portugueses e Românicos da Faculdade de Letras da Universidade do Porto, onde tem lecionado sobretudo nas áreas da Literatura Comparada e dos Estudos Franceses. Doutorada em Literatura Comparada (1998) e com Agregação em Literaturas e Culturas Românicas (2010), sempre se dedicou à literatura contemporânea numa perspectiva comparatista, tendo nos últimos anos desenvolvido particular investigação no domínio das interculturalidades e das representações literárias e artísticas das migrações e do exílio. Integrou vários anos a Direcção do Instituto de Literatura Comparada (2001-2003; 2012-2015; 2015…) e é actualmente a sua Coordenadora Científica. Coordena igualmente a base digital Ulyssei@s. Membro colaborador do CRIMIC (Université Paris IV), colabora ainda com o Programa Non-Lieux de l’Exil (Collège d’Études Mondiales – FMSH). É vice-presidente da Alliance Française do Porto. Tem vários artigos publicados em revistas e outras publicações colectivas, nacionais e estrangeiras (Colóquio/Letras, Cadernos de Literatura Comparada, Revue de Littérature Comparée, Diogène, Gávea-Brown, Carnets, Latitudes: Cahiers Lusophones, Intercâmbio…). Dos livros publicados ou editados, destacam-se António Ramos Rosa. Mediação Crítica e Criação Poética (Quasi Edições, 2003. Prémio Ensaio Pen-Club); Lentes Bifocais – Representações literárias da Diáspora Portuguesa (Afrontamento, 2009), Passages et Naufrages migrants. Les fictions du détroit (com Maria de Fátima Outeirinho e José Domingues de Almeida), Paris, Harmattan, 2012; Nos & leurs Afriques. Images identitaires et regards croisés Constructions littéraires fictionnelles des identités africaines cinquante ans après les décolonisations (com Maria de Fátima Outeirinho e José Domingues de Almeida) Frankfurt, Berlin, Peter Lang, 2013; Marguerite Duras. Palavras e Imagens da Insistência, ILCML, Colecção Libretos, 2015.

Grupo de investigação: Inter/Transculturalidades e Intermedialidades

Ana Luísa Amaral

Ana Luísa Amaral – Professora Associada aposentada do Departamento de Estudos Anglo-Americanos da Faculdade de Letras do Porto, actualmente investigadora na Faculdade de Letras do Porto e membro da Direcção do Instituto de Literatura Comparada Margarida Losa, no âmbito do qual coordena o grupo Intersexualidades. Tem um doutoramento sobre Emily Dickinson. As suas áreas de pesquisa são os Estudos Feministas, os Estudos de Género, as Poéticas Comparadas e os Estudos Queer. Coordenadora de projectos internacionais, financiados pela FCT, como a edição anotada de Novas Cartas Portuguesas (Dom Quixote, 2010) ou Novas Cartas Portuguesas 40 anos depois, que envolveu 10 equipas internacionais e cerca de 60 investigadores. É autora, com Ana Gabriela Macedo, do Dicionário de Crítica Feminista (Afrontamento, 2005) e organizadora de livros de ensaios como Novas Cartas Portuguesas entre Portugal e o Mundo (com Marinela Freitas, Dom Quixote, 2014) ou New Portuguese Letters to the World (with Marinela Freitas, Peter Lang, 2015). Tem em preparação um livro de ensaios.

É autora de mais de duas dezenas de livros, quer de poesia (como Minha Senhora de Quê, 1990, Coisas de Partir, 1993, Às Vezes o Paraíso, 1998, Imagens, 2000, Imagias, 2002, A Génese do Amor, 2005, Entre dois rios e outras noites, 2007, Inversos, Poesia 1990-2010, 2010, ou Vozes, 2011), quer de teatro (Próspero morreu, 2011), quer infantis (como Gaspar, o Dedo Diferente, 1998, A História da Aranha Leopoldina, 2011, A Tempestade, 2012, ou Como Tu, 2013), quer de ficção Ara (Sextante, 2013). As suas obras mais recentes são Escuro (Assírio & Alvim, 2014), E Todavia (Assírio & Alvim, 2015), ou 31 Sonetos de William Shakespeare (Relógio D’Água, 2015).

Traduziu diferentes poetas, como William Shakespeare, John Updike (Ponto Último e Outros Poemas, Civilização, 2009), ou Emily Dickinson (Duzentos Poemas de Emily Dickinson, posfácio e notas, Relógio D’Água, 2014).

Em torno dos seus livros de poesia, de teatro e infantis foram levados à cena espectáculos de teatro e leituras encenadas (O olhar diagonal das coisas, A história da Aranha Leopoldina, Próspero morreu ou Amor aos Pedaços).

Em 2016, sairá, pela Peter Lang, um livro de ensaios sobre a sua obra (Power and Beauty in the Poetry of Ana Luísa Amaral, eds. Claire Williams and Teresa Louro).

Os seus livros estão editados e traduzidos em vários países, como Espanha, Brasil, França, Suécia, Holanda, Venezuela, Itália, Colômbia e, em breve, na Alemanha e no México. Os seus mais recentes livros no estrangeiro são Ara (Iluminuras, São Paulo, 2016) e The Art of Being a Tiger (transl. Margaret Jull Costa / ed. and intr. Paulo de Medeiros), Oxbow Press, 2016.

Obteve diversos prémios, entre os quais o Prémio Literário Correntes d’Escritas, o Premio di Poesia Giuseppe Acerbi, o Grande Prémio de Poesia da Associação Portuguesa de Escritores, o Prémio António Gedeão ou o Prémio PEN, de Ficção.

Grupo de investigação: Intersexualidades e Intermedialidades

Gonçalo Vilas-Boas

goncaloGonçalo Vilas-Boas é professor catedrático jubilado, na área de literatura de expressão alemã na Faculdade de Letras da Universidade do Porto. Foi Coordenador Científico do Instituto de Literatura Comparada Margarida Losa (1999-2015) e Diretor do Mestrado em Estudos de Teatro, onde também tem leccionado e orientado trabalhos e teses sobre Strindberg. Escreveu vários artigos sobre autores de língua alemã, como Robert Walser, Franz Kafka, Annemarie Schwarzenbach, Max Frisch, Friedrich Dürrenmatt, Patrick Süskind, Urs Widmer, Hugo Loetscher, Christian Kracht, Lukas Bärfuss, Martin R. Dean, Peter Stamm. As suas áreas de investigação são: a literatura suíça de expressão alemã desde 1900, o labirinto minóico na literatura e a sua evolução mitocrítica. A literatura de viagens a partir de 1900 tem estado também no centro das atenções, nomeadamente viagens ao irão e ao Médio Oriente e à Patagónia. Tem também trabalhado sobre o romance policial de língua alemã. A nível de estudos de teatro tem trabalhado e leccionado sobre Strindberg, Ibsen e Dürrenmatt. É membro de dois grupos de investigação: um sobre a representação literária na literatura alemã contemporânea, em Gotemburgo (Suécia) e dois, a nível europeu, sobre literatura suíça, nomeadamente o GEDL. Publicou três livros com textos de e sobre Annemarie Schwarzenbach e Literatura Alemã III da Universidade Aberta. Organizou também uma antologia do conto suíço (Histórias de Encontros e Desencontros, Porto, Afrontamento, 1991) e outra do conto nórdico (A Luz que Vem do Norte, Porto, Afrontamento, 2004).

Grupo de investigação: Inter/Transculturalidades

Isabel Pires de Lima

Isabel Pires de Lima é Professora Emérita da Universidade do Porto. Professora Catedrática Aposentada da Faculdade de Letras da Universidade do Porto. Investigadora do Instituto de Literatura Comparada Margarida Losa (Unidade I&D da FCT). Professora convidada em Universidades europeias, africanas, americanas e asiáticas. Doutorada em Literatura Portuguesa com a tese As Máscaras do Desengano – para uma leitura sociológica de ‘Os Maias’ de Eça de Queirós (1987); especialista em Literatura Portuguesa Moderna e Contemporânea e em estudos queirosianos com dezenas de títulos publicados; trabalha ainda em Estudos Interartísticos e em Literaturas Comparadas em Língua Portuguesa. Promotora de inúmeros colóquios e congressos nacionais e internacionais. Deputada à Assembleia da República Portuguesa (1999-2005/2008-2009). Ministra da Cultura de Portugal (2005-2008). Vice-Presidente do Conselho de Administração da Fundação de Serralves para o triénio 2006-8. Grande Oficial da Ordem do Infante D. Henrique.

Grupo de investigação: Inter/Transculturalidades; Intermedialidades

Joana Matos Frias

Joana Matos Frias é Professora Auxiliar na Faculdade de Letras da Universidade do Porto, investigadora do Instituto de Literatura Comparada Margarida Losa e membro da Direcção da Sociedade Portuguesa de Retórica. Pertence à rede internacional de pesquisa em poesia LyraComPoetics, e é colaboradora do grupo «Poesia e contemporaneidade», sediado na Universidade Federal Fluminense e coordenado pelas Professoras Doutoras Célia Pedrosa e Ida Alves. Autora do livro O Erro de Hamlet: Poesia e Dialética em Murilo Mendes (7letras, 2001) — com que venceu o Prémio de Ensaio Murilo Mendes —, responsável pela antologia de poemas de Ana Cristina Cesar Um Beijo que Tivesse um Blue (Quasi, 2005) e pela antologia Passagens: Poesia, Artes Plásticas (Assírio & Alvim, 2016), co-responsável (com Luís Adriano Carlos) pela edição fac-similada dos Cadernos de Poesia (Campo das Letras, 2005), e co-responsável (com Luís Miguel Queirós e Rosa Maria Martelo) pela anto­logia Poemas com Cinema (Assírio & Alvim, 2010), publicou em 2014 os volumes de ensaios Repto, Rapto e Cinefilia e Cinefobia no Modernismo Portu­guês (Porto, Afron­tamento). Tem dedicado uma parte da sua vida académica e crítica ao âmbito da Estética Comparada e da Literatura e Intermedialidade, com aplicações específicas aos campos da poesia portuguesa e brasileira moderna e contemporânea.

Grupo de investigação: Intermedialidades

José Domingues de Almeida

jdaJosé Domingues de Almeida é Professor Auxiliar na FLUP, doutorado na área da literatura francófona (2005), membro integrado do Instituto de Literatura Comparada Margarida Losa e diretor da revista Intercâmbio e do curso de LLC da FLUP. As suas áreas de investigação são as Literatura Francesa, Francófona e Migrante contemporâneas. Publicações (seleção): «Vécu de la tumeur, écrit de la douleur dans Voyages en cancer d’Évelyne Accad (femme, écrivaine, atteinte du cancer et militante)», Maux écrits, mots vécus. Traitements littéraires de la maladie (Maria de Jesus Cabral & Gérard Danou orgs.), Paris, Le Manuscrit. Coll. Exotopies, 2015, pp. 105-116; «Le fondement ‘initiatique’ du discours (post)colonial chez Ahmadou Kourouma», Ahmadou Kourouma & Cie. Retour sur les discours postcoloniaux fondateurs : relectures, ressourcements et palabres (Ana Paula Coutinho, Fátima Outeirinho & J. Almeida orgs.), Libretos, nº 1, Porto, ILC ML, nov. 2004, pp. 21-31; «Style Minuit et spécificité scripturale chez Eugène Savitzkaya. Filiation et contexte», Existe-t-il un style Minuit ? (M. Bertrand, K. Germoni & A. Jauer dir.), Textuelles. Univers littéraires, Presses Universitaires de Provence, Aix-Marseille, 2014, pp. 153-160; «Voyages(s) francophones à plus d’un titre. Deux configurations comparées du voyage et du déplacement : Francis Dannemark et Didier Leclair », Agapes francophones 2013. Études de lettres francophones (Ramona Malita, Mariana Pitar & Dana Ungureanu dir.), JatePress, Szeged, Hongrie, 2013, pp. 65-72; De la belgitude à la belgité. Un débat qui fit date, Bruxelles/Bern/Berlin/Frankfurt am Main/New York/Wien, P.I.E. Peter Lang, 2013; «La question de l’ici et de la langue. Géographie des textes littéraires francophones (apories, exemples à l’appui)», De Jules Verne à nos jours : la parole et la terre (M.ª Pilar Tresaco, Javier Vicente & M.ª Lourdes Cadena eds.), Zaragoza, Prensa de la Universidad de Zaragoza, 2013, pp. 287-305.

Grupo de investigação: Inter/Transculturalidades

José Eduardo Reis

jereisJosé Eduardo Reis é professor associado na UTAD onde leciona na área dos estudos literários. É investigador do ILC da FLUP onde tem prosseguido investigação em torno dos estudos sobre a utopia. É mestre em estudos literários comparados com uma tese sobre a influência de Schopenhauer na obra literária de Jorge Luís Borges e doutor em literatura comparada com uma dissertação sobre o espírito da utopia nas culturas literárias portuguesa e inglesa (FCG/FCT, 2007). É autor de vários artigos, ensaios e capítulos de livros, editor de duas utopias literárias portuguesas, Irmânia de Ângelo Jorge e Redenção de Amílcar de Sousa, co-editor de Nowhere, Somewhere, autor de recensões críticas da revista académica americana Journal of Utopian Studies, membro do corpo editorial das revistas académicas Letras Vivas, Nova Águia, Cultura entre Culturas e Atlante.

Produção académica – repositório da UTAD

Grupo de investigação: Intersexualidades

Manuela Veloso

Picture1Doutorada em Literatura Comparada (2008) e Professora Adjunta no ISCAP/Instituto Politécnico do Porto, lecionando Tradução Técnica e Literária (Alemão/Inglês – Português). Com particular incisão nas questões da auto-tradução e da dupla-vocação na escrita e na pintura, bem como da confluência da teoria e da criação artísticas num mesmo autor, tem publicado diversos artigos em revistas nacionais e estrangeiras, abordando a intermedialidade da Identidade no Modernismo Europeu, embrionário de novas possibilidades percetuais na exegese textual e socio-ambiental, de um ponto de vista cinestésico e transindividual, em interface com uma semiótica global.

Grupo de investigação: Intermedialidades

Maria Antónia Gaspar Teixeira

Licenciou-se em Filologia Germânica pela Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, em 1974, onde obteve também o grau de Mestre em Literatura Alemã e Comparada, em 1992, com um estudo sobre a receção portuguesa do drama Mutter Courage und ihre Kinder. Doutorou-se na Universidade do Porto, em 2007, com um estudo sobre a receção portuguesa do romance Die Leiden des jungen Werthers. Desde 1974 exerce funções docentes na Faculdade de Letras da Universidade do Porto, onde ocupa atualmente o lugar de Professora Auxiliar. Membro do Centro Interuniversitário de Estudos Germanísticos desde a sua fundação, passou a integrar, em 2007, o Instituto de Literatura Comparada Margarida Losa. Para além de diversos artigos em publicações da especialidade, maioritariamente na área da receção e da crítica da tradução literárias (e.g. Apontamentos sobre a versão portuguesa da peça Biedermann und die Brandstifter, 2012; Zur Münchhausen-Rezeption in Portugal: eine Fallstudie, 2013), é co-autora da obra Do Pobre B. B. em Portugal (Minerva/Centro Interuniversitário de Estudos Germanísticos, 1998) e autora de A Recepção Portuguesa de Die Leiden des jungen Werthers (desde 1784 até Finais do Primeiro Romantismo) (MinervaCoimbra/Centro de Investigação em Estudos Germanísticos, 2009). As suas principais áreas de investigação são as relações culturais e literárias luso-alemãs, a receção portuguesa de autores de língua alemã e a crítica da tradução literária.

Grupo de investigação: Inter/Transculturalidades

Maria de Fátima Outeirinho

fatoutMaria de Fátima Outeirinho é Professora Auxiliar da Faculdade de Letras da Universidade do Porto, onde lecciona nas áreas dos Estudos Franceses e da Literatura Comparada, tendo-se doutorado precisamente nesta última área de conhecimento com uma tese sobre O Folhetim em Portugal no Século XIX: uma nova janela no mundo das letras (2003). Integra o grupo Inter/transculturalidades no quadro do projecto Literatura e fronteiras do conhecimento: políticas de inclusão do Instituto de Literatura Comparada Margarida Losa, no âmbito do qual desenvolve investigação, nomeadamente, no domínio da Literatura de Viagens, campo também de docência. Tem como principais domínios de investigação a Literatura Comparada, Literatura e Cultura Francesas (Séculos XVIII e XIX), Relações Literárias e Culturais Portugal-França, Estudos sobre as Mulheres, Literatura de Viagens. É autora e organizadora de diversos estudos críticos nestes domínios.

Grupo de investigação: Inter/Transculturalidades

Maria de Lurdes Sampaio

Maria de Lurdes Rodrigues Morgado Sampaio (1961) é Professora Auxiliar da Faculdade de Letras da Universidade do Porto, investigadora do Instituto de Literatura Comparada Margarida Losa (onde integra o projeto de investigação Interidentidades) e colaboradora do Centro de Estudos Africanos da Universidade do Porto (de cuja Direção fez parte entre 2011-2013). Integrou a equipa de investigação do projeto Novas Cartas Portuguesas – Três Décadas Depois, coordenado por Ana Luísa Amaral, que conduziu à publicação, em 2010, da Edição Anotada de Novas Cartas Portuguesas, de Maria Isabel Barreno, Maria Teresa Horta e Maria Velho da Costa. Mestrado em Estudos Anglo-Americanos com a dissertação, Ezra Pound e o Período Londrino: em torno do discurso social da poesia (Univ. Coimbra, 1989) e doutoramento em Literatura com a tese, História Crítica do Género Policial em Portugal (1870-1970): Transfusões e Transferências (UP, 2007). A sua atividade crítica tem contemplado autores vários desde José Marmelo e Silva a José Craveirinha (em comunicações orais não publicadas) a muitos outros na base de ensaios publicados em revistas nacionais e internacionais (Ezra Pound, Eça de Queirós, Fernando Pessoa, Miguel Torga, José Cardoso Pires, José Gomes Ferreira, Julieta Monginho, Manuel Poppe, Regina Guimarães, Stieg Larsson, Mia Couto). Os temas estudados privilegiam os seguintes domínios: modernismo(s); relações entre “cânone” e “não-cânone” no sistema literário português; censura, tradução e relações interculturais no Estado Novo; o policiamento tecnológico da/na sociedade contemporânea. Publicações seleccionadas: Portugal face à Europa (IDL, 1980); Aventuras Literárias de Eça de Queirós e Ramalho Ortigão (Angelus Novus, 2005), “Ezra Pound and Fernando Pessoa with T.S. Eliot in-between”, in Portuguese Modernisms, ed. por Dix e Pizarro (Legenda, 2011); co-autora, com Patricia Odber de Baubeta e Margarida Vale de Gato: The Anthology in Portugal: Literature, Translation and the Margins (Peter Lang, 2014); co-editora, com Gonçalo Vilas Boas, de Crime, Detecção e Castigo. Estudos sobre Literatura Policial (Granito, 2001) e Ficção Policial: antologia de ensaios teórico-críticos (Afrontamento / ILCML, 2013). “Rostos e sombras de mulheres nas estórias de Mia Couto”, in Portugal Brasil África: relações históricas, literárias e cinematográficas (coord. Cristina Costa Vieira, Paulo Osório, José Henrique Manso), UBI, 2014.

Grupos de investigação: Intersexualidades, Inter/Transculturalidades

Maria Hermínia Laurel

Maria Hermínia Laurel é  Professora Catedrática de Literatura Francesa na Universidade de Aveiro. É membro integrado do Instituto de Literatura Comparada Margarida Losa da Faculdade de Letras da Universidade do Porto,  membro fundador do grupo de investigação europeu “Lire en Europe Aujourd’hui”, e colaboradora do grupo de investigação T3 AxEL. Presidiu à Associação Portuguesa de Literatura Comparada, tendo sido co-fundadora e presidente da Associação Portuguesa de Estudos Franceses (APEF), no quadro da qual criou e dirigiu Carnets, a primeira revista electrónica de estudos franceses em Portugal. É membro de comités científicos de várias revistas e colecções, de numerosos colóquios nacionais e internacionais, organiza ou co-organiza regularmente  actividades científicas da especialidade. Publica sobre literaturas em francês (s. XIX-XXI), Teoria da Literatura, Literatura Comparada (viagens e temáticas urbanas), História Literária, História institucional e política do ensino da literatura. Para além de estudar autores do cânone francês, tem vindo a trabalhar nos últimos anos sobre autores romandos.

Grupo de investigação: Inter/Transculturalidades

Maria José Carneiro Dias

Maria José Carneiro Dias é professora do ensino secundário na Escola Secundária de Paços de Ferreira, onde tem lecionado as disciplinas de Literatura Portuguesa e Português. Nessa escola, codinamiza desde 2005 o grupo de teatro Máscaras.
Com um mestrado em Estudos Literários Culturais e Interartes (FLUP, 2009), no âmbito do qual defendeu uma tese sobre a forma como na ficção do escritor libanês Amin Maalouf a literatura se faz ponte mediadora entre Oriente e Ocidente, doutorou-se posteriormente na mesma faculdade em Literaturas e Culturas Românicas – especialidade de Literatura Portuguesa – (2014), com uma tese, recentemente publicada pela INCM, sobre a globalidade da ficção de Maria Velho da Costa e a forma como nela se equacionam as questões de autoria e a natureza das relações entre a arte e a vida.
Com interesse na área dos estudos literários, interculturais e interartísticos, está integrada no projeto Inter/Transculturalidades do ILCML, onde tem vindo a colaborar na enciclopédia digital Ulyssei@s e na produção de diversos artigos.
Trabalhos publicados: Maria Velho da Costa, uma poética de au(c)toria, 2018, Lisboa, Imprensa Nacional Casa da Moeda; “O corpo e o Homem – entre a pergunta e a interrogação”, in Vergílio Ferreira – Escrever e Pensar ou O Apelo Invencível da Arte, 2017, Âncora Editora, Gouveia, pp. 167-176; “Amin Maalouf: le chemin vers l’autre se fait en voyageant – L’itinéraire comme stratégie de reconfiguration identitaire”, in Intercâmbio, 2011, 2ª Série, nº 4, FLUP; “O baldio como espaço de resgate afetivo”, in Geocrítica, nº 38….Maria

Grupo de Investigação: Inter/transculturalidades

Maria Luísa Malato Borralho

Maria Luísa Malato é professora Associada, com Agregação, na Faculdade de Letras da Universidade do Porto. Agregação em Literaturas Românicas (2007), Doutoramento e Mestrado em  Literatura Comparada (1999, pela Universidade do Porto; 1988, pela Universidade de Coimbra). Áreas principais de investigação: Utopia, Teatro e Retórica, essencialmente sobre a literatura dos séculos XVIII e XIX. Integra os grupos de  Alimentopia (em que coordena a pesquisa sobre a Idade Moderna) e de Inter/transculturalidades, no quadro do projeto Literatura e fronteiras do conhecimento: políticas de inclusão do Instituto de Literatura Comparada Margarida Losa. Outras funções científicas: regência dos cursos de Biblioterapia na Faculdade de Letras da Universidade do Porto. Co-direção de Pontes de Vista, Revista online de Filosofia e Literatura. Desde 2013[-2019], Vice-Presidente da Associação Portuguesa de Literatura Comparada (APLC). Para além da publicação em diversas revistas (Colóquio Letras, Biblos, Con-vida, Cadernos de Literatura Comparada, Carnets, Fragmentum, Revista Internacional d’Humanitats,…), publicou, entre outros livros, Uma História da Literatura Europeia (2008); Le XVIIIe Siècle: une Epoque d’Ombres et de Lumières (2009); Manual Anti-Tiranos(2009).

Grupo de investigação: Inter/Transculturalidades

Marinela Carvalho Freitas

marinelaMarinela Freitas é investigadora do Instituto de Literatura Comparada Margarida Losa, onde atualmente desenvolve um projeto de pós‑doutoramento na área dos Estudos do Pós‑humano, sendo bolseira da Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT).É doutorada em Estudos Anglo‑Americanos pela Faculdade de Letras da Universidade do Porto, com uma dissertação sobre Emily Dickinson e Luiza Neto Jorge. Tem publicações várias nas áreas da Literatura Comparada, das Literaturas Portuguesa e Norte-Americana, dos Estudos Feministas, da Teoria Queer e dos Estudos da Utopia. É autora de Emily Dickinson e Luiza Neto Jorge: Quantas Faces? (Afrontamento, 2014; Prémio PEN Ensaio, 2016) e co-editora, entre outros, de New Portuguese Letters to the World: International Reception (com Ana Luísa Amaral e Ana Paula Ferreira, Peter Lang, 2015), Novas Cartas Portuguesas Entre Portugal e o Mundo (com Ana Luísa Amaral, D. Quixote, 2014) e Utopia Matters (com Fátima Vieira, UPorto, 2005). Colaborou ainda como investigadora no Dicionário da Crítica Feminista (Afrontamento, 2004) e na edição anotada de Novas Cartas Portuguesas (2010, Dom Quixote). É membro do projeto de investigação transdisciplinar “Utopia, Alimentação e Futuro: o modo de pensar utópico e a construção de sociedades inclusivas – um contributo das Humanidades”, financiando pela FCT.

Áreas de investigação (palavras-chave): Poéticas Comparadas, Estudos do Pós-humano, Literatura e Ciência, Estudos Feministas e Teoria Queer, Poesia Portuguesa (séc. XX), Poesia Norte-Americana (séc. XIX), Utopia e Género

mcfreitas@letras.up.pt

Grupo de investigação: Intersexualidades

Pedro Eiras

peirasPedro Eiras é professor de Literatura Portuguesa na Universidade do Porto, Investigador do Instituto de Literatura Comparada Margarida Losa, Membro da Rede de Pesquisa Internacional LyraCompoetics. Desde 2005, publicou diversos livros de ensaios sobre literatura portuguesa dos séculos XX e XXI, estudos interartísticos, questões de ética. Entre os mais recentes: […] – Ensaio sobre os Mestres (2017), Platão no Rolls-Royce – Ensaio sobre literatura e técnica (2015), Constelações – Ensaios comparatistas (2013), Os Ícones de Andrei – Quatro diálogos com Tarkovsky (2012). Com Esquecer Fausto (2005) ganhou o Prémio Pen Clube Português de Ensaio. Presentemente, desenvolve pesquisas sobre a representação e o imaginário do fim do mundo.

Grupo de investigação: Intermedialidades

Rosa Maria Martelo

rosamRosa Maria Martelo é professora associada com agregação na Faculdade de Letras da Universidade do Porto e investigadora principal do Grupo Intermedialidades do Instituto de Literatura Comparada Margarida Losa, a cuja Direcção pertence. Doutorada em Literatura Portuguesa, tem privilegiado o estudo da poesia portuguesa e das poéticas modernas e contemporâneas. No âmbito da Literatura Comparada e dos Estudos Interartísticos, os seus trabalhos têm-se centrado nas relações palavra/imagem, particularmente nos diálogos da poesia moderna e contemporânea com o cinema. Algumas publicações no âmbito do ensaio: A Forma Informe – Leituras de Poesia (2010), Prémio Jacinto do Prado Coelho, O Cinema da Poesia (2012), Prémio Eduardo Prado Coelho/APE e Prémio Pen Clube. Co-organizou, com Joana Matos Frias e Luís Miguel Queirós, a antologia Poemas com Cinema (Assírio & Alvim, 2010). Faz parte da Rede de Pesquisa Internacional LyraCompoetics e dirige com Paulo de Medeiros a revista eLyra. Uma pequena selecção de trabalhos seus pode ser encontrada aqui.

Grupo de investigação: Intermedialidades e Intersexualidades

Rosa Mesquita

rosamesDoutorada em Literaturas e Culturas Românicas – especialidade de Literatura Portuguesa, pela Faculdade de Letras da Universidade do Porto, apresentou a tese intitulada: Luís Miguel Nava, Leitor de Eugénio de Andrade: Duas Poéticas em Diálogo, mostrando as vozes surdas que ecoam entre distintas formas de escrita/leitura. É docente do Ensino Secundário, onde leciona as disciplinas de Português e de Francês. No Instituto de Contabilidade e Administração do Porto (ISCAP), leciona as disciplinas de Teoria da Comunicação e Práticas Textuais I e II. Participa ainda, como colaboradora externa, na equipa de investigação “Intermedialidades”, no Instituto de Literatura Comparada Margarida Losa, na Faculdade de Letras da Universidade do Porto. Com interesse especial pela poesia portuguesa dos séculos XX e XXI e pelas suas relações com outras artes, nomeadamente com o cinema e com a pintura, trabalhou a obra Migrações do Fogo, de Manuel Gusmão, articulando a palavra poética com toda uma vertente ecfrástica implícita/explicita.

Grupo de Investigação: Intermedialidades