LyraCompoetics

Apresentação

Criada em 2007, LyraCompoetics é uma rede de pesquisa internacional dedicada à Poesia Moderna e Contemporânea. Desenvolvendo linhas de investigação partilhadas, os seus membros pretendem estudar a poesia a partir de bases teóricas e críticas comuns, sendo privilegiadas as poéticas comparadas e as intermedialidades. Coordenada por Paulo de Medeiros (Universidade de Warwick) e Rosa Maria Martelo (Universidade do Porto), LyraCompoetics congrega investigadores das seguintes universidades: Brown University (E.U.A.), U. Federal Fluminense (Brasil), U. Federal do Rio de Janeiro (Brasil); U. Paris III – Sorbonne Nouvelle (França); U. de Salamanca (Espanha); U. Islas Baleares (Espanha); U. de Santiago de Compostela (Espanha); U. Vigo (Espanha); U. Florença (Itália); U. Warwick (Reino Unido); U. de Oxford (Reino Unido) e U. Porto (Portugal).

Com o objectivo de articular e divulgar as pesquisas em curso nos vários grupos de investigação que põe em contacto, LyraCompoetics realiza anualmente um congresso internacional ou um colóquio interno acolhido por uma das Universidades envolvidas, e publica a revista eLyra, cujos dois números anuais são organizados rotativamente pelos membros da rede.

 

Equipa

Arturo Casas

arturoArturo Casas, Doutor em Filologia Hispânica (1996), habilitado como Professor Catedrático (2013), é professor titular de Teoria Literária e Literatura Comparada na Universidade de Santiago de Compostela (1998). Os seus principais interesses de pesquisa incluem a acção cultural e política durante a Segunda República Espanhola e o posterior exílio, estudos sistêmicos sobre a cultura e a literatura, a metodologia da história literária (com especial ênfase na sua dimensão comparatista), a sociologia da literatura e a poesia galega e espanhola dos séculos XX e XXI. Foi editor dos volumes Performing Poetry: Body, Place and Rhythm in the Poetry Performance (2011, Rodopi, coed. com C. Gräbner) e Resistance and Emancipation: Cultural and Poetic Practices (2011, Peter Lang, coed. com B. Bollig). Uma relação completa das suas publicações está disponível no seu site acadêmico. Até 2015 dirigiu o Centro de Pesquisa em Processos e Práticas Culturais Emergentes, fundado em 2010 por oito grupos de pesquisa. Com o Grupo Alea de Análise Poética e o Conselho da Cultura Galega lançou em 2011 o banco de dados e repositório digital, do qual é editor. Publicou em colaboração traduções de poesia estónia, irlandesa, italiana e árabe.

Burghard Baltrusch

bbProfessor titular de Literatura em Língua Portuguesa na Universidade de Vigo, investigador do grupo GAELT. Doutor em Filologias Ibero-românica e Inglesa pela Universidade de Bona (R.F.A.), desenvolve pesquisas sobre as obras de Fernando Pessoa e José Saramago, a poesia galega e portuguesa actual, como também em teoria da tradução. Integrou diferentes projectos de investigação sobre a poesia contemporânea; coordenou programas de doutoramento; organizou vários congressos internacionais e foi presidente da Asociación Internacional de Estudos Galegos. Publicou ou editou os livros Bewußtsein und Erzählungen der Moderne im Werk Fernando Pessoas (Peter Lang, 1997), Kritisches Lexikon der Romanischen Gegenwartsliteraturen (5 vols., coed. com W.-D. Lange et al., Gunter Narr 1999), Soldando Sal. Galician Studies in Translation and Paratranslation (coed. com G. Pérez, Peter Lang 2010), Non-Lyric Discourses in Contemporary Poetry (coed. com I. Lourido, Peter Lang, 2012), Lupe Gómez: libre e estranxeira – Estudos e traducións (Frank & Timme, 2013), “O que transformou o mundo é a necessidade e não a utopia” – Estudos sobre utopia e ficção em José Saramago (Frank & Timme, 2014).

Celia Pedrosa

Celia Pedrosa é Pesquisadora 1-C do CNPQ e Professora Associada IV da Universidade Federal Fluminense, onde leciona no Programa de Pós-Graduação em Estudos de Literatura. Desenvolve pesquisas sobre Literatura Brasileira Moderna e Contemporânea, Poéticas dos Séculos XX e XXI e Literatura Comparada. Desde 2000 coordena o grupo de pesquisa “Poesia e contemporaneidade” sobre poesia contemporânea, especialmente brasileira, portuguesa e latino-americana. A partir de 2011, passa a coordenar também, junto com a Professora Diana Klinger, grupo de pesquisa sobre “Pensamento teórico-crítico contemporâneo” Publicou o livro Antonio Candido: a palavra empenhada (1994) e Ensaios sobre poesia e contemporaneidade (2011), além de ter organizado várias coletâneas de ensaios sobre poesia: Mais poesia hoje (2000); Poesia e contemporaneidade. Leituras do presente(2001) e Poéticas do olhar e outras leituras de poesia (2006), com a Professora Maria Lucia Camargo; e Subjetividades em devir. Estudos de poesia moderna e contemporânea(2008), e Poesia e crítica de poesia contemporânea. Tendências e questões Brasil-Portugal (2014)com Professora Ida Alves. Também tem colaborado em várias publicações coletivas e revistas nacionais e internacionais.

Ida Alves

idaalvesIda Alves é professora associada de graduação e pós-graduação do Instituto de Letras da Universidade Federal Fluminense-UFF, Niterói, Rio de Janeiro, desde 1993. Doutora em Letras (Literatura Portuguesa) pela Universidade Federal do Rio de Janeiro – UFRJ, com tese defendida em 2000. Pós-Doutorado pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (1995) e pela Université Sorbonne Nouvelle – Paris III (2011- 2012, apoio CAPES – BRASIL). Coordena o Núcleo de Estudos de Literatura Portuguesa e Africana – NEPA-UFF. É Coordenadora de Pesquisa do Pólo de Pesquisa das Relações Luso-Brasileiras (PPLB), sediado no Real Gabinete Português de Leitura do Rio de Janeiro. Coordenadora Adjunta da Área de Letras e Linguística na CAPES. Tem livros organizados sobre poesia portuguesa e brasileira, além de diversos capítulos de livros e artigos publicado em revistas brasileiras e estrangeiras, sobre poesia portuguesa moderna e contemporânea, crítica de poesia e, mais especificamente, sobre as relações entre linguagem poética e paisagem na poesia portuguesa e brasileira moderna e contemporânea. É pesquisadora-bolsista do Conselho Nacional de Pesquisa – CNPq – Brasil e integra o grupo internacional de pesquisa sobre linguagem poética e visualidade LyraCompoetics, com sede no Instituto de Literatura Comparada Margarida Losa da Universidade do Porto.

Joana Matos Frias

Joana Matos Frias é Professora Auxiliar na Faculdade de Letras da Universidade do Porto, investigadora do Instituto de Literatura Comparada Margarida Losa e membro da Direcção da Sociedade Portuguesa de Retórica. Pertence à rede internacional de pesquisa em poesia LyraComPoetics, e é colaboradora do grupo «Poesia e contemporaneidade», sediado na Universidade Federal Fluminense e coordenado pelas Professoras Doutoras Célia Pedrosa e Ida Alves. Autora do livro O Erro de Hamlet: Poesia e Dialética em Murilo Mendes (7letras, 2001) — com que venceu o Prémio de Ensaio Murilo Men¬des —, responsável pela antologia de poemas de Ana Cristina César Um Beijo que Tivesse um Blue (Quasi, 2005), co-responsável (com Luís Adriano Carlos) pela edição fac-similada dos Cadernos de Poesia (Campo das Letras, 2005), e co-responsável (com Luís Miguel Queirós e Rosa Maria Martelo) pela antologia Poemas com Cinema (Assírio & Alvim, 2010), publicou em 2014 os volumes de ensaios Repto, Rapto e Cinefilia e Cinefobia no Modernismo Português (Porto, Afrontamento). Tem dedicado uma parte da sua vida académica e crítica ao âmbito da Estética Comparada e da Literatura e Intermedialidade, com aplicações específicas aos campos da poesia portuguesa e brasileira moderna e contemporânea.

João Pedro da Costa

jpcminJoão Pedro da Costa é doutorado em Informação e Comunicação em Plataformas Digitais (Faculdade de Letras da Universidade do Porto e Universidade de Aveiro, 2014) e licenciado em Línguas e Literaturas Modernas (Faculdade de Letras da Universidade do Porto, 2004). Nasceu em França (Mulhouse) e veio para Portugal aos dezanitos. Trabalhou com livros e discos enquanto concluía a sua licenciatura e depois viveu da escrita para a televisão (MTV Portugal), rádio (Antena 3), cinema (documentário É Dreda Ser Angolano da Rádio Fazuma) e a Web (blogues e outras redes sociais). Tem obra publicada e premiada nacional e internacionalmente na área da Literatura em Português e Francês. Actualmente, colabora com grande entusiasmo com a malta do Musikki e é um dos editores-fundadores da revista electrónica de estudos e práticas interartes ESC:ALA e redactor do portal Rimas & Batidas. A sua área de investigação incide sobre as possibilidades interdisciplinares dos Estudos Literários no campo da mediação tecnológica, a comunicação videomusical e a música popular. Gaba-se muito de ser maratonista.

Luciana di Leone

Luciana di Leone é professora adjunta do departamento de Ciência da Literatura na Universidade Federal de Rio de Janeiro. Desenvolve pesquisa sobre Teoria da Literatura, Filosofia da Linguagem e Poesia contemporânea do Brasil e da Argentina. Participa do grupo de pesquisa “Poesia e contemporaneidade”, coordenado pelas professoras Ida Alves e Celia Pedrosa (UFF). Publicou os livros Ana C.: as tramas da consagração (7letras, 2008), Poesia e escolhas afetivas (Rocco, 2013); organizou com Florencia Garramuño e Gonzalo Aguilar, Experiencia, cuerpo y subjetividades. Literatura brasileña contemporánea (Beatriz Viterbo Editora, 2007) e com Susana Scramim, Ler Drummond hoje (Rafael Copetti, 2014). Forma parte do Conselho Editorial de várias revistas acadêmicas, entre elas El jardín de los poetas. Revista de teoria y crítica de poesia latinoamericana. Atua como tradutora de narrativa, poesia e ensaios nas áreas das ciências humanas e artes desde 2006.

Luís Fernando Valente

luizNatural do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Valente foi educado no Brasil e nos Estados Unidos. Atualmente é Professor Titular de Estudos Portugueses e Brasileiros e Literatura Comparada na Brown University. É autor de Mundivivências: leituras comparativas de Guimarães Rosa (2011), História e ficção: convergências e contrastes (2002), e mais de oitenta capítulos de livro, artigos em revistas acadêmicas e ensaios em obras de referência. Seu ensaio “History, Fiction and National Identity in J. U. Ribeiro’s An Invincible Memory and R. Coover’s The Public Burning” foi premiado pela Seção Brasileira da Latin American Studies Association (LASA) como o melhor artigo sobre o Brasil publicado numa revista acadêmica norte-americana em 2011. Seus interesses incluem: 1. A prosa brasileira dos séculos XIX e XX, com ênfase nas obras de José de Alencar, João Guimarães Rosa, João Ubaldo Ribeiro, Euclides da Cunha, e Lima Barreto; 2. A intersecção entre a ficção e a história; 3. A construção da identidade nacional e a representação da nação; 4. A Literatura Comparada, especialmente o romance histórico contemporâneo e a Literatura das Américas; 5. A teoria literária, especialmente a narrativa; 6. A poesia brasileira desde 1945. O Professor Valente é co-editor de Brasil/Brazil: A Journal of Brazilian Literature, e membro dos conselhos editorias de Journal of Lusophone Studies, Portuguese Cultural Studies, SOLETRAS, e Aletria: Revista de Estudos de Literatura. Participa ativamente de várias organizações profissionais, tendo sido Presidente da American Portuguese Studies Association (APSA) e da Northeastern Association of Brazilianists (NAB), e servido nos Comitês Executivos da Association of Departments of Foreign Languages (ADFL) e da Brazilian Studies Association (BRASA). De 2003 a 2012 o Professor Valente foi Director do Departamento de Estudos Portugueses e Brasileiros da Brown University. Dirige o Programa Brown-in-Brazil desde 1985.

Margalida Pons

ponsProfessora de literatura catalã e de teoria da literatura na Universidade das Ilhas Baleares. Doutora pela Universidade de Barcelona (1993), realizou estudos de literatura comparada em Indiana University (1993-1996) e entre 2009 e 2011 esteve como professora convidada nas universidades de Brown e de Stanford. É autora dos ensaios Blai Bonet: maneres del color (1993), Els poetes insulars de postguerra (1998) e Corrents de la poesia insular del segle xx (2010). Publicou vários estudos sobre poesia catalã contemporânea (sobre autores como Blai Bonet, Andreu Vidal, Perejaume), coeditou os volumes (Des)aïllats: narrativa contemporània i insularitat a les Illes Balears (2004, sobre literatura e insularidade) e Literatura i cultura: aproximacions comparatistes (2009, sobre aplicações da literatura comparada). A sua linha de investigação actual centra-se nas poéticas da rutura de âmbito catalão. Neste domínio, editou o volume Textualisme i subversió: formes i condicions de la narrativa experimental catalana (2007), e coeditou, entre outros títulos, Poètiques de ruptura (2008), Transformacions. Literatura i canvi sociocultural dels anys setenta ençà (2010), Llenguatges teòrics i relacions interartístiques (2010), Lírica i deslírica. Anàlisis i propostes de la poesia d’experimentació (2012) e Poètiques liminars (em prensa). Dirige na UIB o grupo de investigação LICETC.

Mathilde Ferreira Neves

mathildeMathilde Ferreira Neves tem formação académica em literatura e cinema. É, actualmente, doutoranda na Faculdade de Letras da Universidade do Porto, com bolsa da Fundação para a Ciência e Tecnologia. A sua tese de doutoramento explora três áreas artísticas: cinema, poesia, artes plásticas, sob o prisma dos vestígios e da resistência. Publicou, recentemente, o livro Marguerite Duras – O cinema da escrita | A escrita da voz | A voz do cinema. Com bolsa da Fundação Calouste Gulbenkian, completou o estágio de documentário dos Ateliers Varan, em Paris e realizou o documentário Gaëtan. Com bolsa da Fundação Oriente, viajou três meses pela China, para desenvolver um projecto de escrita e imagem. Co-realizou a curta-metragem sobe, adensa, esgarça, desce, com estreia no Festival Indie Lisboa 2007. Colabora com o Instituto de Literatura Comparada Margarida Losa. É fundadora e editora da revista electrónica de estudos e práticas interartísticas ESC:ALA.

Paulo de Medeiros

Paulo de Medeiros é Professor Catedrático de Literatura Comparada na Universidade de Warwick. Em 2011-2012 foi Keeley Fellow no Wadham College, da Universidade de Oxford. Integra, como Honorary Fellow o Instituto de Línguas Modernas da Escola de Altos Estudos da Universidade de Londres. Publicou Pessoa’s Geometry of the Abyss: Modernity and the Book of Disquiet (Oxford: Legenda, 2013) e O Silêncio das Sereias: Ensaio sobre o Livro do Desassossego (Lisboa: Tinta da China, 2015).

Pedro Eiras

peirasProfessor de Literatura Portuguesa na Universidade do Porto, Investigador do Instituto de Literatura Comparada Margarida Losa, Membro da Rede de Pesquisa Internacional LyraCompoetics. Desde 2005, publicou diversos livros de ensaios sobre literatura portuguesa dos séculos XX e XXI, estudos interartísticos, questões de ética. Entre os mais recentes: Platão no Rolls-Royce – Ensaio sobre literatura e técnica (2014), Constelações – Ensaios comparatistas (2013), Os Ícones de Andrei – Quatro diálogos com Tarkovsky (2012). Com Esquecer Fausto (2005) ganhou o Prémio Pen Clube Português de Ensaio. Presentemente, desenvolve pesquisas sobre a representação e o imaginário do fim do mundo.

Pedro Serra

pedrosPedro Serra (1969) possui Mestrado em Estudos Anglo-Portugueses pela Universidade Nova de Lisboa (1994) e Doutoramento em Filologia pela Universidade de Salamanca (1997). Desde 2000, é Professor Associado na Universidade de Salamanca, Departamento de Filologia Moderna, onde lecciona principalmente literatura portuguesa e brasileira. Os seus campos de ensino incluem literatura portuguesa barroca e poesia portuguesa contemporânea. Tradutor para a língua portuguesa do livro seminal de Edward W. Saïd, Orientalismo. Os seus livros mais recentes incluem Estampas del Império. Del barroco a la modernidad tardía en Portugal (2013), Devastación de sílabas (2013) e Imagens Achadas. Documentário, Política e Processos Sociais em Portugal (2014). Coorganizador de Século de Ouro. Antologia Crítica da Poesia Portuguesa do Século XX (2002), e coautor da edição crítica de O Hissope. Poema Herói-cómico de António Dinis da Cruz e Silva, os seus artigos foram publicados em revistas especializadas, como a Colóquio/Letras, Santa Barbara Portuguese Studies, Românica, Remate de Males, Tropelías, Portuguese Literary and Cultural Studies e CLCWeb, entre outros. Desde 2015, é o editor da Revista de Estudios Portugueses y Brasileños. Professor Visitante na Universidade da Califórnia-Santa Barbara durante o Outono de 2001, e na Universidade de Campinas (Unicamp, SP, Brasil) durante o segundo semestre de 2006 e o primeiro semestre de 2013. Investigador, entre outros, do Seminario Discurso Legitimación Memoria (Salamanca), do Centro de Literatura Portuguesa (Coimbra) e do grupo LyraCompoetics (Porto). Coordenador do Grupo de Investigación Reconocido en Estudios Portugueses y Brasileños (Salamanca). Sub-director do Departamento de Filologia Moderna, onde também coordenou o Programa de Doutoramento em Filologia Moderna. Actualmente, coordena o Grado en Estudios Portugueses y Brasileños (Salamanca) e é responsável pela ‘Área de Filología Gallega y Portuguesa’ do Departamento de Filologia Moderna da Universidade de Salamanca.

Rita Novas Miranda

ritamRita Novas Miranda desenvolve actualmente o seu doutoramento na Faculdade de Letras da Universidade do Porto, com acolhimento do Instituto de Literatura Comparada Margarida Losa, sobre as relações entre imagem e escrita nas obras de Herberto Helder e de Jean-Luc Godard, com uma bolsa da Fundação para a Ciência e Tecnologia. Licenciou-se em Estudos Portugueses e Lusófonos pela Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa (2007), e é mestre em Estudos Literários, Culturais e Interartes pela Faculdade de Letras da Universidade do Porto (2009), com a dissertação Percursos da Imagem: relações entre imagem poética e imagem cinematográfica em Herberto Helder e Jean-Luc Godard. Programou os ciclos de cinema A Palavra contra a imagem? (2009) e De Pedra onde o cinema se desfaz (2010) na Livraria Trama em Lisboa. Em 2010, integrou a equipa do eixo programático República das Letras, da Comissão Nacional para as Comemorações do Centenário da República (CNCCR). Publicou, entre outros, os artigos “Herberto Helder e Jean-Luc Godard: sobre a visibilidade e a legibilidade das imagens”, in Soldado aos laços das constelações: Herberto Helder, São Paulo, Lumme Editor (2011); “Uma escrita para ver”, in Textos e Pretextos, nº17 (2012); “O Ensaio enquanto gesto: Passion e Scénario du film Passion, de Jean-Luc Godard”, in Atas do III Encontro Anual da AIM (2014); “Mínimo movimento, máxima expressão: sobre Hotel Monterey, de Chantal Akerman”, in ESC:ALA, n.º 1 (2014); “Aurélia Steiner (Vancouver): signer l’image”, in Marguerite Duras: palavras e imagens da insistência, ILCMG (2015). No Instituto de Literatura comparada Margarida Losa, integra o grupo LyraCompoetics e é co-editora da revista electrónica de estudos e práticas interartísticas ESC:ALA. É também colaboradora do Laboratório de Estudos Literários Avançados (FCSH-UNL).

Rosa Maria Martelo

rosamRosa Maria Martelo é professora associada com agregação na Faculdade de Letras da Universidade do Porto e investigadora principal do Grupo Intermedialidades do Instituto de Literatura Comparada Margarida Losa, a cuja Direcção pertence. Doutorada em Literatura Portuguesa, tem privilegiado o estudo da poesia portuguesa e das poéticas modernas e contemporâneas. No âmbito da Literatura Comparada e dos Estudos Interartísticos, os seus trabalhos têm-se centrado nas relações palavra/imagem, particularmente nos diálogos da poesia moderna e contemporânea com o cinema. Algumas publicações no âmbito do ensaio: A Forma Informe – Leituras de Poesia (2010), Prémio Jacinto do Prado Coelho, O Cinema da Poesia (2012), Prémio Eduardo Prado Coelho/APE e Prémio Pen Clube. Co-organizou, com Joana Matos Frias e Luís Miguel Queirós, a antologia Poemas com Cinema (Assírio & Alvim, 2010). Faz parte da Rede de Pesquisa Internacional LyraCompoetics e dirige com Paulo de Medeiros a revista eLyra. Uma pequena selecção de trabalhos seus pode ser encontrada aqui.

Sofia de Sousa Silva

sofiasousaSofia de Sousa Silva é professora de Literatura Portuguesa na Faculdade de Letras da Universidade Federal do Rio de Janeiro. É doutora em Letras pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, com a tese Reparar brechas: a relação entre as artes poéticas de Sophia de Mello Breyner Andresen e Adília Lopes e a tradição moderna, e mestre pela mesma universidade com a dissertação Um viés da ética na obra de Sophia de Mello Breyner Andresen. Tem centrado seus estudos na poesia portuguesa moderna e contemporânea, investigando sobretudo a relação com a tradição (clássica ou moderna), vem publicando artigos em revistas especializadas e colaborando em volumes coletivos com capítulos sobre Sophia de Mello Breyner Andresen, Luiza Neto Jorge, Ruy Belo e Adília Lopes. É membro do conselho da Cátedra Jorge de Sena para Estudos Literários Luso-Afro-Brasileiros, da Universidade Federal do Rio de Janeiro, integrou a equipa brasileira do projeto Novas Cartas Portuguesas: 40 anos depois, e integra a rede internacional de pesquisa sobre linguagem poética LyraCompoetics, com sede no Instituto de Literatura Comparada Margarida Losa da Universidade do Porto.

Cordas da Lyra

Delyra

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    Na realidade os maiores bens vêm-nos por intermédio da loucura, que é sem dúvida um dom divino. (PLATÃO, Fedro)

    Pude, pois, concluir em pouco tempo, a respeito dos poetas, que não compunham as suas obras graças ao seu saber, mas a um dom natural, a uma inspiração divina semelhante à dos adivinhos e profetas. Efectivamente estes dizem muitas coisas belas, mas não percebem nada daquilo que dizem. (PLATÃO, Apologia de Sócrates)

A poesia é dada pelos deuses. O sono da razão produz monstros, lê-se numa célebre gravura de Goya. Mas a travessia do irracional pode ser condição necessária, diz Freud em Delírio e Sonhos na Gradiva de W. Jensen, para “o regresso à sã razão”. Se é que ela existe. O que haverá de comum, de comunicante, entre tão díspares enunciados? Acaso é possível conciliá-los? E que laços estabelece a poesia com a loucura, o delírio, os sonhos, o inebriamento?

 

Ensaios

Em flagrante delírio: sobre a poesia como produto de excelência
Pedro Lopes Almeida
2012

Parallel play: o jogo remete para a solidão
Paulo Brás
2012

“Shaven and fitted to a frame”: Poesia, loucura e diferença sexual
Marinela Freitas
2012

I am Sweeney. Like yourself, outcast, shifty. A figura de Mad Sweeney na poesia de Seamus Heaney, T. S. Eliot e John Montague
Tiago Sousa Garcia
2012

“existe algo que nós não sabemos”: poesia dissociativa em Heiner Müller e José Mário Branco
Miguel Ramalhete Gomes
2012

É nos loucos que grassam luarais: Manoel de Barros, Paulo Leminski & Cao Guimarães
Patrícia Lino
2012

Deambulações noturnas: memória, alucinação e sonho na produção literária de Al Berto
Carolina Galvão Marcello
2012

Mundo com Braços Amputados: Configurações do Iraque entre Alberto Pimenta e Bahman Ghobadi
Maria Inês Castro Silva
2012

Como se Desenha um Poema: sobre a “casa das palavras” de Manuel António Pina
João Paulo Sousa
2012

Metalyra

O aparato teórico oriundo dos Estudos Literários tem vindo a ser aplicado em campos que vão muito para além do fenómeno literário. A METALYRA é um dossier que reúne um conjunto de ensaios que pretende contribuir para a expansão da aplicação das ferramentas teóricas dos Estudos Literários para novas áreas de estudo, com particular ênfase na intermedialidade (não necessariamente literária), nos novos meios digitais, e nas possibilidades de investigação de uma configuração teorética de conteúdos mediáticos audiovisuais como textos e da sua audiência como leitores.

 

Ensaios

Conceitos nómadas e interdisciplinaridade
Rosa Maria Martelo
2016

Uma aproximação à obra de José Pinheiro
João Pedro da Costa
2016

Corpos Instáveis: os vídeos musicais de Chris Cunningham
Sérgio Dias Branco (convidado)
2016

★ (reprise)
João Pedro da Costa
2016

Rimas, batidas e visões: uma história videomusical do hip hop (parte II, III e IV)
João Pedro da Costa
2015

4ou5 ABREVIATURAS PARA O CAVALOdADA
Gustavo Rubim (convidado)
2015

Never Mind the Viral Metaphors, Here’s (trans)Textual Analysis: decoding Ok Go’s music videos (2005-2014)
João Pedro da Costa
2015

Música e revolução no filme Dina e Django, de Solveig Nordlund: discordância dos tempos em 11 movimentos
Pedro Boléo Rodrigues (convidado)
2015

Caseiro e de trazer por casa: a odisseia videomusical de Average Homeboy
João Pedro da Costa
2014

Kandinsky, Schönberg et Maeterlinck. Le mot et le silence: deux façons d’être musical et essentialiste
Marisa das Neves Henriques (convidada)
2014

A difusão vertical na web social: o caso de Heaven Can Wait no Antville
João Pedro da Costa
2014

O surrealismo realista na obra de Buster Keaton – método e implicações
nuno ventura barbosa (convidado)
2014

O espectro de Wagner ensombra o cinema contemporâneo: às voltas com Tarantino, Trier e Malick
João Pedro Cachopo (convidado)
2014

Um baixo contínuo para Jorge de Sena
Luca Argel
2014

The digital dissemination of fear in music videos: A transdisciplinary textual analysis of two case studies: Esben and the Witch’s Marching Song and M.I.A.’s Born Free
João Pedro da Costa
2011

Fluxos videomusicais: uma proposta epistemológica para o estudo dos vídeos musicais na Web 2.0
João Pedro da Costa
2009

Poesia, Cinema, Fotografia

O mundo do cinema e o mundo da fotografia proporcionaram à poesia moderna diálogos inovadores que se estendem até aos nossos dias, e que ainda estamos longe de ter apreendido em toda a sua amplitude. Se do ponto de vista temático a presença do cinema e da fotografia na poesia moderna e contemporânea é fácil de reconhecer, podendo adquirir facetas muito variadas, são certamente mais complexas as relações que ligam a poesia àquelas duas artes através da ekphrasis, ou no plano da apropriação de novas concepções da imagem, ou ao nível da experimentação de novas técnicas discursivas.

Considerando que a emergência e os posteriores desenvolvimentos da fotografia e do cinema se traduziram em novas técnicas de olhar e, logo, de escrever, este dossier reúne ensaios que, embora tematicamente diversificados, têm uma natureza comum: o mesmo interesse pelas relações da poesia moderna e contemporânea com o cinema e com a fotografia.

 

Ensaios

L’homme Atlantique de Marguerite Duras: um filme negro para se ouvir a escrita
Mathilde Ferreira Neves
2016

Filmar em verso: Dimitri Kirsanoff e Herman G. Weinberg
José Bértolo (convidado)
2016

João César Monteiro: a escrita-voz-corpo-câmara-ardentes
Mathilde Ferreira Neves
2014

Os Poetas Vão ao Cinema
Fernando Cabral Martins
2012

O Cristal da Montanha
Fernando Guerreiro
2012

Grãos de Pólen: Um ano de cinema. A imagem palimpsesto-hieróglifo
Fernando Guerreiro
2012

Futurismo e Cinema
Fernando Guerreiro
2011

O Chão do Filme. O Céu do Poema
Mathilde Ferreira Neves
2011

qualquer poema é um filme“, qualquer filme é um poema
Rita Novas Miranda
2011

L’Anxiété du Regard: Cinéphilie et Cinéphobie chez les Générations de 27
Joana Matos Frias
2010

A Ceia Lispector, Pasolini e Llansol
Pedro Eiras
2010

Musa Kino-Poética
Pedro Serra
2010

Salles Obscures
Rosa Maria Martelo
2010
 

Inquérito

Existirá um cinema em diálogo (contra ou em tensão) com a literatura? Sempre, por definição? Em que medida será operativo pensar um cinema narrativo e um cinema poético ou lírico?

Respondem Edgar Pêra, Gonçalo Tocha, João Canijo, João Nicolau, Marcelo Felix, Regina Guimarães & Saguenail, Renata Sancho e Sandro Aguilar.

 

Poesia e Aceleração

Ensaios

eLyra #6 – Poesia e Aceleração (2015)

Poesia e Fim do Mundo

Ensaios

eLyra #5 – Poesia e Fim do Mundo (2014)

Poesia e Orientalismo

Ensaios

eLyra #4 – Poesia e Orientalismo (2014)

Poesia e Resistência

Inquérito

A poesia é uma forma de resistência? Sempre, por definição? Ou apenas em determinados contextos – sociais, políticos, culturais? Como pode resistir a poesia e a quê?

Respondem os poetas: do Brasil, Espanha e Portugal.

 

Ensaios

eLyra #1 – Poesia e Resistência (2013)
eLyra #2 – Poesia e Resistência (2013)

Poesia, Natureza e Técnica

Ensaios

eLyra #3 – Poesia, Natureza e Técnica (2014)

Cordas soltas

Entrevistas

Manuel António Pina entrevistado por Luís Miguel Queirós
[Versão longa da entrevista originalmente publicada no jornal Público (suplemento “Ípsilon”, 17/6/2011)]

Manuel Gusmão entrevistado por Rosa Maria Mesquita
[13/06/2007]

LyraBase

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