Ciclo “Mundos Que Falam, Mundos Em Movimento – Encontro 2”

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Mundos Que Falam, Mundos Em Movimento
O Instituto de Literatura Comparada Margarida Losa junta-se à Casa Fernando Pessoa  para procurar o cruzamento entre a literatura e as ciências, entre Lisboa e o Porto. Na CFP, lê-se e debate-se poesia; na Biblioteca Municipal Almeida Garrett, a ficção.
Começamos com poesia.

27 ABR
“Qualquer ponto é o centro do infinito:
Ondas que falam ou de onde fala o tempo?”

Com Isabel Cristina Pires, poeta e psiquiatra,  e António Bracinha Vieira, psiquiatra, antropólogo e escritor. Moderação de Graça Capinha.

Seminário Aberto “Da Angústia: sobre as Letras em Minas Gerais”

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O Prof. Anelito de Oliveira (UNIMONTES | MG) realiza uma conferência na FLUP (Sala do Departamento de Estudos Portugueses e Estudos Românicos ), no dia 29 de março, às 15h30.

Entrada livre.

 

Ciclo “Mundos Que Falam, Mundos Em Movimento”

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Mundos Que Falam, Mundos Em Movimento
O Instituto de Literatura Comparada Margarida Losa junta-se à Casa Fernando Pessoa  para procurar o cruzamento entre a literatura e as ciências, entre Lisboa e o Porto. Na CFP, lê-se e debate-se poesia; na Biblioteca Municipal Almeida Garrett, a ficção.
Começamos com poesia.

28 MAR
“Mais vasto o cérebro que o céu?
Tenho em mim todos os sonhos do mundo”.

Com Ana Luísa Amaral e o poeta e físico teórico David Jou (Catalunha). Moderação de Joana Espain. Apresentação de Marinela Freitas.

Já saiu o libreto “Materiais para o Fim do Mundo” #7

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Para estudar o imaginário do fim do mundo, o Instituto de Literatura Comparada Margarida Losa organiza, desde 2013, uma série de seminários abertos, coincidindo com os equinócios e os solstícios. Os libretos Materiais para o Fim do Mundo recolhem alguns ensaios apresentados nesses seminários, ou textos afins. Neste sétimo libreto, Peter Haysom estuda o «fim do mundo rural» no romance de Aquilino Ribeiro Quando os Lobos Uivam (1958), mostrando como a intervenção do governo, em pleno Estado Novo, ao expropriar as serras e impor uma política de arborização, condena a subsistência das comunidades; Rui Torres, interroga os conceitos de fim, início e ciclo, a literatura entre o modelo clássico do livro e a deriva cibernética, cruzando Cortázar com Gaiman, Herberto com Batman – num texto experimental, em diálogo com um processador aleatório de texto; e Sofia Freitas encontra nos Cadernos de Vaslav Nijinsky um conflito entre a invenção de uma nova linguagem coreográfica no século XX, na senda dos Ballets Russes, e uma dupla catástrofe: a demência pessoal e a destruição na Primeira Grande Guerra, fim do mundo que é também o fim da dança.

Organização
Pedro Eiras

Veja a versão integral aqui