Pós-graduação

Doutoramento

Andreia Joana Oliveira da Silva

Andreia Joana Oliveira da Silva é professora de Português no Departamento de Línguas Estrangeiras Aplicadas da Universidade Jean Monnet, em Saint-Étienne (França). Licenciada em Estudos Portugueses e Lusófonos pela Faculdade de Letras da Universidade do Porto, com um período Erasmus na Universitá degli Studi di Perugia (Itália), e Mestre em Línguas e Culturas Estrangeiras especialidade em Estudos Lusófonos pela Université Blaise-Pascal, Clermont II (atualmente Université d’Auvergne). Frequenta o doutoramento em Estudos Literários, Culturais e Interartes na Universidade do Porto onde desenvolve um projeto de tese intitulado Traversées atlantiques – Circulations, échanges et migrations littéraires dans les mondes francophone et lusophone, em cotutela com a Université Jean Monnet, de Saint-Étienne. Foi igualmente professora contratada na Université Sorbonne Nouvelle Paris 3 e na Université Blaise-Pascal, Clermont II, onde foi também bolseira do Programa Grundtvig durante um ano. É atualmente membro do Centre d’Etudes sur les Langues et les Littératures Etrangères et Comparées (CELEC), da Universidade Jean Monnet de Saint-Étienne ; membro da rede panlatina de terminologia REALITER e membro do Conselho Europeu para as Línguas.

Daniel Floquet

Daniel Floquet graduou-se, em 2007, em Letras-Literatura pela Universidade Federal do Ceará, seguindo para a Faculdade de Letras da Universidade do Porto em 2008, onde concluiu o mestrado em Estudos Literários, Culturais e Interartes com a dissertação A Pulverização das Dictomias em Myra, de Maria Velho da Costa. Atualmente é bolseiro de doutoramento da FCT e prepara a sua tese, dedicada às representações da violência nas obras de Maria Velho da Costa e Edna O’Brien, também na FLUP. Possui experiência no magistério como professor de Língua Portuguesa, assumindo as disciplinas de Literatura, Redação, Gramática e Interpretação do Texto. É investigador colaborador do ILCML e do CETAPS.

David Pinho Barros

ILCMLDavid Pinho Barros (Porto, 1986) é professor, investigador, programador de cinema e argumentista de banda desenhada. É licenciado em Línguas e Literaturas Modernas pela Universidade do Porto e mestre em Ciências da Comunicação — Variante de Cinema e Televisão pela Universidade Nova de Lisboa, com uma dissertação sobre o cinema da Nova Vaga Japonesa orientada pelos Professores José Manuel Costa e Alexandra Curvelo. Está, neste momento, a terminar o doutoramento em Estudos Literários, Culturais e Interartísticos — Variante de Estudos Comparatistas na Universidade do Porto, onde desenvolve um projecto de tese intitulado The Clear Line in Comics and Cinema:
 A Transmedial Approach, em cotutela com a KU Leuven na Bélgica e com orientação dos Professores Jan Baetens e Joana Matos Frias. É também, actualmente, assistente convidado na Faculdade de Letras da Universidade do Porto, onde lecciona Cultura Japonesa Contemporânea e Banda Desenhada, a na Escola das Artes da Universidade Católica Portuguesa, onde lecciona Teoria da Animação. Desde 2008, tem trabalhado na programação e produção de eventos cinematográficos em Portugal, na Bélgica e no Reino Unido, e ministrado cursos de história e análise de cinema na Alliance Française, em três faculdades da Universidade do Porto, na Universidade do Minho e na Universidade Nova de Lisboa. Recentemente, publicou a sua primeira banda desenhada, Mylodon, produzida em colaboração com o ilustrador australiano Bren Luke.

Categoria: Pós-graduação

Principais áreas de investigação:

  • Estudos cinematográficos;
  • Estudos de banda desenhada;
  • Estudos intermediais.

Grupo de investigação: Intermedialidades

E-mail: dbarros@letras.up.pt

ORCID: http://orcid.org/0000-0003-1186-7147

CIÊNCIA ID: 1E15-2970-D956

Publicações/Artigos:

  • Pinho Barros, David (2016). Light and Colour in the Nuberu Bagu Japanese Cinema. Bulletin of Portuguese/Japanese Studies, 1. Lisbon: Centro de História d’Aquém e d’Além-Mar.
  • Pinho Barros, David (2016). Cogumelo pequeno, cogumelo grande: Proporção e relativismo no apocalipse de L’Étoile
 mystérieuseMateriais para o Fim do Mundo, 6, Porto: Instituto de Literatura Comparada Margarida
 Losa, 5-16.
  • Pinho Barros, David (2018). La ligne claire perpétuée par (À Suivre). In Meesters, Gert & Lesage, Sylvain (Eds.). (À
 Suivre) : Archives d’une revue culte. Tours: Presses universitaires François-Rabelais, 201-220.
  • Pinho Barros, David & Reyns-Chikuma, Chris (2018). Lewis Trondheim, un artiste-orchestre dans le monde de la bande dessinée. Image [&] Narrative (vol. 19, no 3), 1-15.
  • Pinho Barros, David & Crucifix, Benoît (2019). Bande dessinée et cinema: Arts parallèles ou entrecroisés ?. In Finzo & Deloignon, Olivier
 (Eds.). Bande annonce (cinéma et bande dessinée). Strasbourg: —zeug, 49-57.

Fernando Velasco

Fernando Velasco - ILCMLFernando Velasco é graduado em Comunicação Social pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Por três anos, foi pesquisador em iniciação científica no âmbito do IDEA (Programa de Estudos Avançados da ECO-UFRJ), sob financiamento do Conselho Nacional de Pesquisas (CNPq). Em seguida, tornou-se mestre em Comunicação e Cultura, também pela UFRJ, contando novamente com o auxílio do CNPq. Atualmente, é doutorando em Estudos Literários, Culturais e Interartísticos na Faculdade de Letras da Universidade do Porto, onde desenvolve, com o apoio da Fundação para a Ciência e Tecnologia (FCT), investigação dedicada à obra de Herberto Helder. Integra o Instituto de Literatura Comparada Margarida Losa, como investigador não-doutorado. Há mais de dez anos, é roteirista de cinema e televisão, sendo autor de obras documentais e ficcionais de formatos diversos, exibidas em diferentes países, em festivais e comercialmente.

Categoria: Investigador não-doutorado

Principais áreas de investigação:  

  • Literatura Comparada;
  • Estudos Intermediais e Interartísticos;
  • Comunicação, Cultura e Contemporaneidade.

Grupo de investigação: Intermedialidades

E-mail: fernandogvelasco@gmail.com

ORCID: https://orcid.org/0000-0001-8182-6063

CIÊNCIA ID: 5717-48A6-5F27

LATTES: 7009006416084436

Publicações/Artigos:

Inês Cardoso

Inês Cardoso - ILCMLInês Cardoso é doutoranda em Estudos Literários, Culturais e Interartísticos, na Faculdade de Letras da Universidade do Porto. Com uma bolsa de doutoramento financiada pela Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT), encontra-se a desenvolver uma tese em torno das obras de António Aragão e Salette Tavares. Licenciou-se em Línguas Literaturas e Culturas – Plano Bidisciplinar Português/Inglês (2014) pela Faculdade de Letras da Universidade do Porto e concluiu, na mesma instituição, o mestrado em Estudos Literários, Culturais e Interartes (Ramo de Estudos Comparatistas e Relações Interculturais), com a dissertação intitulada O futuro já mostra que ontem foi há muito tempo: A resistência à globalização em Alberto Pimenta (2016). É investigadora do Instituto de Literatura Comparada Margarida Losa (Porto) e membro da equipa editorial da revista eletrónica de práticas e estudos interartes ESC:ALA.

Categoria: Investigadora não-doutorada

Principais áreas de investigação:

  • Estudos Interartísticos e Intermediais;
  • Estudos da Performance;
  • Literatura Comparada.

Grupo de investigação: Intermedialidades

E-mail: ines.93@gmail.com

 ORCID: https://orcid.org/0000-0002-6255-4434

CIÊNCIA ID: 7812-7222-3C7C

Publicações/Artigos:

Cardoso, Inês. 2019. “Para uma leitura de um panorama tumular (ainda) muito em voga” [Prefácio], in António Aragão, Os bancos: antes da nacionalização, Lisboa, Tigre de Papel. III-VIII. <https://po-ex.net/pdfs/ines-cardoso_os-bancos.pdf>

Cardoso, Inês. 2018. “às vezes julgo-me na iminência de ver o horror: Pensar a Europa em os 3 farros. descida aos infermos. de António Aragão e Alberto Pimenta”, Cadernos de Literatura Comparada, 38, Porto, Instituto de Literatura Comparada Margarida Losa. 429-438. ISSN: 2183-2242. <https://ilc-cadernos.com/index.php/cadernos/article/view/496/543>

Cardoso, Inês. 2017. “Hoje, não nos chamam escravos, mas temos dono: Denúncia e Libertação em Homo Sapiens e Homo Venalis de Alberto Pimenta”, eLyra, 10, Porto, Instituto de Literatura Comparada Margarida Losa. 213-230. ISSN: 2182-8954. <https://www.elyra.org/index.php/elyra/article/view/213/259>

Cardoso, Inês. 2017. “Figurações do Feminino na Poesia Erótica de Alberto Pimenta”, Revista Desassossego, 17, São Paulo, Editora da Universidade de São Paulo. 183-197. ISSN: 2175-3180. <http://www.revistas.usp.br/desassossego/article/view/131677/137329>

Cardoso, Inês. 2016. O futuro já mostra que ontem foi há muito tempo: A resistência à globalização em Alberto Pimenta. Dissertação de Mestrado em Estudos Literários, Culturais e Interartes. Faculdade de Letras, Universidade do Porto. 106 pp. <https://repositorio-aberto.up.pt/handle/10216/89992>

Inês Seabra

Inês Seabra Carvalho é investigadora no Instituto de Literatura Comparada (ILC) / Faculdade de Letras da Universidade do Porto, onde se encontra a realizar a dissertação de doutoramento intitulada “Uma Poética da Polifonia – fundamentos éticos e alcance político a intertextualidade em Manuel Gusmão”. É Mestre em Direito, na área de Direito Constitucional, tendo publicado a obra “em defesa da legalidade democrática – o estatuto constitucional do Ministério Público português”. Os seus interesses de investigação compreendem, actualmente as práticas intertextuais e os diálogos intermediais na poesia contemporânea portuguesa e, em especial, as relações estabelecidas entre poesia e política.

Ivana Schneider

Ivana Schneider, brasileira, nascida em Belém do Pará, possui graduação em Letras pela Universidade da Amazónia (2006); concluiu o curso de especialização em Língua Portuguesa: uma abordagem textual pela Universidade Federal do Pará em 2009; e em 2016, terminou o Mestrado em Estudos Comparatistas na FLUL com a dissertação O espaço poético sertanejo e as figuras perfomóáticas em Corpo de Baile de Guimarães Rosa; actualmente está no programa de Doutoramento em Estudos Literários, Culturais e Interartísticos na FLUP, escrevendo a tese intitulada Abrindo espaço em círculo fechado: a diluição das margens nas obras de Guimarães Rosa e Maria Velho da Costa. 

Lúcia Evangelista

Lúcia Liberato Evangelista é doutoranda em Estudos Literários, Culturais e Interartísticos pela Faculdade de Letras da Universidade do Porto. É membro do Grupo Intermedialidades, do Instituto de Literatura Comparada Margarida Losa, e do Aesthetics, Politics and Knowledge Group do Instituto de Filosofia, ambos da Faculdade de Letras da Universidade do Porto. É bolseira da Fundação para a Ciência e a Tecnologia com um projeto intitulado “Alberto Pimenta: intermedialidade, performatividade, profanação”. Na mesma Universidade, tem mestrado em Estudos Literários, Culturais e Interartes com uma dissertação acerca da obra de Adília Lopes (2009-2011). Concluiu a licenciatura em Língua Portuguesa e suas literaturas na Universidade Estadual do Ceará – Brasil.

Márcia Regina Schwertner

Marcia Regina Schwertner - ILCMLMarcia Regina Schwertner é brasileira e possui graduação em Letras pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Concluiu os cursos de Especialização em Literatura Infantil e em Literatura Brasileira pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul. Em 2015, também pela PUCRS, concluiu o Mestrado em Teoria da Literatura, com a dissertação “Mulheres na velhice: o peso da dupla exclusão em O planeta desconhecido e romance da que fui antes de mim, de Luísa Dacosta”. Em 2020, defende a tese de Doutoramento em Estudos Literários, Culturais e Interartísticos na FLUP, com investigação intitulada “Os espaços da velhice: interdisciplinaridade e olhares ficcionais (Brasil e Portugal)”.

Categoria: Investigadora doutorada

Principais áreas de investigação: 

  • Teoria Literária;
  • Literatura Brasileira;
  • Literatura Portuguesa;
  • Sociedade contemporânea.

Grupo de investigação: Intermedialidades

E-mail: marcia454rs@gmail.com

ORCID: https://orcid.org/0000-0002-0796-422X

LATTES: http://lattes.cnpq.br/6328448073333567

Publicações/Artigos:

  • “Trapos que aconchegam: o envelhecimento feminino em Lygia Fagundes Telles” (2019), Revista de Estudos de Literatura Brasileira Contemporânea, v. 56, 1-10. (Artigo publicado em coautoria com Roseli Bodnar, da Universidade Federal do Tocantins, Brasil)
  • “Um olhar canettiano sobre o universo familiar e social” (2018), Revista Observatório, v. 4, 634-647. (Artigo publicado em coautoria com Roseli Bodnar, da Universidade Federal do Tocantins, Brasil)
  • “Perdas e permanências – os sentidos como guia na busca da memória” (2018), Curupira – Revista do Grupo de Estudos Lusófonos, v. S.II-N.2, 15-22.
  • “O mito como instrumento de percepção ficcional da velhice” (2017), inErnani Cesar de Freitas; Juracy Assmann Saraiva; Gislene Feiten Haubrich. (org.), Diálogos Interdisciplinares: Cultura, Comunicação e Diversidade no Contexto Contemporâneo, Novo Hamburgo, Editora Feevale, 624-637.
  • “Identidade e memória em A Costa dos Murmúrios, de Lídia Jorge” (2014), Via Litterae Revista de Linguística e Teoria Literária, v. 06, Universidade Estadual de Goiás, 143-162.

Sofia Mota Freitas

Sofia Mota Freitas - ILCMLSofia Mota Freitas é doutoranda em Estudos Literários, Culturais e Interartísticos na Faculdade de Letras da Universidade do Porto com uma bolsa da Fundação para a Ciência e Tecnologia. É investigadora no Instituto de Literatura Comparada Margarida Losa e pertence à equipa editorial da revista eletrónica de práticas e estudos interartes ESC:ALA. Licenciou-se em Estudos Portugueses e Lusófonos e concluiu, em 2016, o mestrado em Estudos Literários, Culturais e Interartes (ramo de Literatura Portuguesa, Literaturas de Língua Portuguesa) na mesma instituição, com a dissertação O Imaginário e a Representação da Dança em Mário de Sá-Carneiro. As suas áreas de interesse são a Literatura Portuguesa, os Estudos Interartísticos e os Estudos de Dança, estando neste momento a desenvolver trabalho de articulação nessas áreas na sua tese de doutoramento.

Categoria: Investigadora não-doutorada

Principais áreas de investigação: 

  • Literatura Portuguesa;
  • Literatura Comparada;
  • Estudos Interartísticos;
  • Estudos em Dança.

Grupo de investigação: Intermedialidades

E-mail: sofiamotafreitas@gmail.com

ORCID: 0000-0001-9631-4837

CIÊNCIA ID: 2B1A-1007-6454

Publicações/Artigos:

  • FREITAS, Sofia Mota (2016), O Imaginário e a Representação da Dança em Mário de Sá-Carneiro, Porto, Faculdade de Letras da Universidade do Porto, <repositorio-aberto.up.pt/bitstream/10216/90737/2/173561.pdf>.
  • FREITAS, Sofia Mota (2016), “Perscrutando a paisagem dos corpos pintados em ‘A pintura corpo a corpo – os corpos da pintura: pintores pintados’ de Manuel Gusmão”, in eLyra, nº 8: A Écfrase na Poesia Moderna e Contemporânea, Porto, Instituto de Literatura Comparada Margarida Losa: 189-200, ISSN: 2182-8954, <www.elyra.org/index.php/elyra/article/view/159/177>.
  • FREITAS, Sofia Mota (2017), “‘Vi-me como Deus e o diabo, ao mesmo tempo’: os Cadernos de Nijinsky entre a loucura e o fim do mundo”, in Materiais para o Fim do Mundo 7. Libretos, Porto, Instituto de Literatura Comparada Margarida Losa: 31-42, ISBN: 978-989-99375-7-4, <ilcml.com/wp-content/uploads/2015/07/Libreto_-Materiais-para-o-Fim-do-Mundo-7.pdf>.
  • FREITAS, Sofia Mota (2020), “Pensas que é proibido morrer? – Um olhar entre Mouchette (1967) de Robert Bresson e os ‘Poemas de Mouchette’ de João Miguel Fernandes Jorge”, in Colóquio Internacional O Cinema e as Outras Artes, Covilhã, Faculdade de Artes e Letras da Universidade da Beira Interior. [no prelo]

Vítor Ferreira

Vítor Ferreira - ILCMLVítor Ferreira nasceu em 1993 no Porto. É licenciado em Línguas, Literaturas e Culturas (variante Inglês/Espanhol) pela Faculdade de Letras da Universidade do Porto. Concluiu, em dezembro de 2016, o mestrado em Estudos Literários, Culturais e Interartes na mesma instituição, apresentando uma dissertação intitulada “Não sei se a culpa é minha ou de ninguém: a poesia política de José Miguel Silva”. Bolseiro da Fundação para a Ciência e Tecnologia (FCT) e investigador do Instituto de Literatura Comparada Margarida Losa (ILCML), atualmente encontra-se a desenvolver uma tese de doutoramento intitulada “Escrever com luz. Fotografia e literatura em Fernando Lemos, Manuel Gusmão, Rui Nunes e Luís Quintais” (SFRH/BD/130686/2017), orientada pelo Professor Doutor Pedro Eiras. Tem como principais interesses de investigação a literatura portuguesa contemporânea, os estudos interartes e a fotografia. Publicou ensaios sobre autores portugueses contemporâneos como José Miguel Silva ou João Miguel Fernandes Jorge.

Categoria: Investigador não-doutorado

Principais áreas de investigação: 

  • Estudos Interartes;
  • Literatura Portuguesa Contemporânea;
  • Fotografia.

Grupo de investigação: Intermedialidades

E-mail: vitor.ramalhosa.ferreira@gmail.com / vitorferreira_93@hotmail.com

ORCID: 0000-0002-9933-4718

CIÊNCIA ID: A912-6E9E-F107

Publicações/Artigos:

  • Ferreira, Vítor. 2016. «Não sei se a culpa é minha ou de ninguém: a poesia política de José Miguel Silva». Dissertação de mestrado apresentada à Faculdade de Letras, Universidade do Porto. 94 pp.
  • Ferreira, Vítor. 2016. «Everything’s got a scientific explanation (ou talvez não): um desejo de fim do mundo em Sarah Kane e Lars von Trier». In Materiais para o Fim do Mundo 4 (org. Pedro Eiras), 02/2016: 29-41. ISBN 978-989-99375-3-6.
  • Ferreira, Vítor. 2016. «Eu nunca vi senão prefácios à destruição: a ética da écfrase em Erros Individuais de José Miguel Silva», in eLyra, nº 8, 12/2016: 223-236. ISSN 2182-8954.
  • Ferreira, Vítor. 2015. «Uma visita às admiráveis ruínas em Mirleos (2015) de João Miguel Fernandes Jorge», in eLyra, nº 6, 10/2015: 139-150. ISSN 2182-8954.

Pós-doutoramento

Elisabete Ferreira Marques

ILCMLElisabete Marques é doutorada pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, com uma dissertação sobre Maurice Blanchot e Samuel Beckett. Actualmente é investigadora do Instituto de Literatura Comparada Margarida Losa (Faculdade de Letras da Universidade do Porto). Publicou dois livros de poesia: Cisco (2014), pela Mariposa Azual, e Animais de Sangue Frio (2017), pela Língua Morta.

Jorge Costa Lopes

Jorge Costa Lopes - ILCMLJorge Costa Lopes é membro integrado do ILCML, doutorado pela FLUP – Fac. de Letras da Universidade do Porto, com a tese As Vozes do Silêncio – As Marginalia de Vergílio Ferreira nos livros de Fernando Pessoa, Clarice Lispector e Eduardo Lourenço. Autor de Sobre o Riso e o Cómico em Vergílio Ferreira (2014) e As Polémicas de Vergílio Ferreira (2010). Organizou e prefaciou a antologia Jornal de Um Artista de Beldemónio (2008). Vencedor do Prémio Vergílio Ferreira, na categoria ensaio, em 2014 (C.M. Gouveia), e Prémio Revelação de Ensaio Literário da APE / IPLB, em 2005. Encontra-se atualmente a concluir um pós-doutoramento sobre o “realismo problemático” de Óscar Lopes na coluna “A crítica do livro” do suplemento cultural de O Comércio do Porto.

Categoria: Membro integrado

 

Principais áreas de investigação:

  • Literatura Portuguesa Contemporânea;
  • Literatura comparada;
  • Estudos sobre Marginalia (bibliotecas particulares de autores).

Grupo de investigação: Inter/Transculturalidades 

E-mail: jorgecosta22lopes@gmail.com

ORCID: 0000-0002-2448-7605

CIÊNCIA ID: 641D-87A9-3568

Publicações/Artigos:

  • “‘Que Possível Ensaio sobre a Verdade em Vergílio Ferreira’ de Maria do Rosário Cristóvão” (2020), Colóquio-Letras n.º 203, Janeiro: 252-255.
  • “Eduardo Lourenço e o voo suspenso do interior na poesia neorrealista” (2019), Revista Textos e Pretextos n.º 22, Outono/Inverno: 9-19.
  • “Na Tua Face de Vergílio Ferreira – Uma memória terna de azul no tempo do feio” (2018), Revista Metamorfosesn.º 15.1: 45-56. (https://revistas.ufrj.br/index.php/metamorfoses/article/view/22232/12345).
  • O Riso e o Cómico em Vergílio Ferreira (2014), Lisboa, Âncora.

Marinela Carvalho Freitas

marinelaMarinela Freitas é investigadora do Instituto de Literatura Comparada Margarida Losa, onde atualmente desenvolve um projeto de pós‑doutoramento na área dos Estudos do Pós‑humano, sendo bolseira da Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT).É doutorada em Estudos Anglo‑Americanos pela Faculdade de Letras da Universidade do Porto, com uma dissertação sobre Emily Dickinson e Luiza Neto Jorge. Tem publicações várias nas áreas da Literatura Comparada, das Literaturas Portuguesa e Norte-Americana, dos Estudos Feministas, da Teoria Queer e dos Estudos da Utopia. É autora de Emily Dickinson e Luiza Neto Jorge: Quantas Faces? (Afrontamento, 2014; Prémio PEN Ensaio, 2016) e co-editora, entre outros, de New Portuguese Letters to the World: International Reception (com Ana Luísa Amaral e Ana Paula Ferreira, Peter Lang, 2015), Novas Cartas Portuguesas Entre Portugal e o Mundo (com Ana Luísa Amaral, D. Quixote, 2014) e Utopia Matters (com Fátima Vieira, UPorto, 2005). Colaborou ainda como investigadora no Dicionário da Crítica Feminista (Afrontamento, 2004) e na edição anotada de Novas Cartas Portuguesas (2010, Dom Quixote). É membro do projeto de investigação transdisciplinar “Utopia, Alimentação e Futuro: o modo de pensar utópico e a construção de sociedades inclusivas – um contributo das Humanidades”, financiando pela FCT.

Áreas de investigação (palavras-chave): Poéticas Comparadas, Estudos do Pós-humano, Literatura e Ciência, Estudos Feministas e Teoria Queer, Poesia Portuguesa (séc. XX), Poesia Norte-Americana (séc. XIX), Utopia e Género

mcfreitas@letras.up.pt

Grupo de investigação: Intersexualidades