Aula Aberta com Tania Sarmento-Pantoja

11 de março

Resumo: É comum encontrarmos em narrativas produzidas por indígenas deslocamentos formais que desafiam categorias fixas, especialmente em relação às formas literárias. Desse modo, a inespecificidade, como compreende Florência Garramuño (2014), se faz presente e significante nesse corpus. Do mesmo modo que a conexão, como cuidado do mundo e compromisso de todos, como propõe Ailton Krenak (2019; 2020). Para ilustrar tais condições, faremos a análise de Todas as vezes que dissemos adeus (1998), narrativa de Kaká Werá Jecupé.

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Tânia Maria Pereira Sarmento-Pantoja é Professora Titular da Universidade Federal do Pará, docente da Faculdade de Letras e do Programa de Pós-Graduação em Letras. Bolsista Produtividade em Pesquisa do CNPq. Coordena o Laboratório de Narratividades e Visualidades e o projeto Cine Clube Resistências. Lider do Grupo Estudos de Narrativas de Resistência (NARRARES).

 

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